Uma menina de 9 anos denunciou um caso de assédio sexual na tarde de domingo (12), em um clube no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá. A Polícia Militar prendeu um venezuelano de 48 anos apontado como autor do crime. Segundo a ocorrência, ele é amigo da família da vítima e alegou que apenas brincava com a criança na piscina. A Polícia Civil instaurou um inquérito e investiga o caso.
Menina contou o que aconteceu à mãe
A criança aproveitava o dia no clube com a mãe e amigos quando saiu da piscina bastante assustada. Logo depois, pediu para ir embora imediatamente, atitude que chamou a atenção da mãe.
No banheiro, a mãe conversou com a filha. Durante a conversa, a menina relatou que o homem passou a mão em suas partes íntimas enquanto ela tomava banho. Assim que ouviu o relato, a mãe decidiu agir para proteger a filha.
Polícia localizou o suspeito horas depois
A mãe confrontou o suspeito antes que ele deixasse o clube. Durante a discussão, ela o agrediu. Em seguida, procurou uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
Logo após o registro, equipes policiais iniciaram as buscas. Os militares localizaram o suspeito em um conjunto de quitinetes no bairro Novo Paraíso, em Cuiabá. A equipe efetuou a prisão e encaminhou o homem à delegacia, onde ele permaneceu à disposição da Justiça.
Investigação continua em andamento
A Polícia Civil ouve testemunhas, reúne provas e realiza todos os procedimentos previstos para casos que envolvem crianças. Além disso, os investigadores devem colher o depoimento especial da vítima, conforme determina a legislação.
As autoridades também podem solicitar exames periciais e outras diligências para esclarecer completamente a denúncia e definir a responsabilização criminal do investigado.
Lei prevê punição para crimes contra crianças
A legislação brasileira prevê penas rigorosas para crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes. Após concluir a investigação, a Polícia Civil encaminhará o caso ao Ministério Público, que avaliará o enquadramento criminal e decidirá sobre eventual denúncia à Justiça.
Além do Código Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante proteção integral às vítimas e determina prioridade absoluta na apuração de crimes dessa natureza.
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