A polícia do Aeroporto Rafael Núñez, em Cartagena, prendeu um homem que tentava embarcar para Amsterdã com 19 cápsulas de cocaína escondidas em uma peruca sintética. Inicialmente, ele passou pelo raio-x sem levantar suspeitas, mas, logo depois, os agentes perceberam uma densidade incomum em sua cabeça. Diante dessa irregularidade, a equipe de segurança decidiu conduzi-lo para uma inspeção mais detalhada. Assim que removeram a peruca, encontraram a droga escondida.
Homem é pr3s0 ao tent4r embarc4r com c0ca1n4 escondid4 na peruc4 pic.twitter.com/oDc7gGgYTw
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 24, 2025
Traficantes desenvolvem novas estratégias para burlar fiscalização
Embora o uso de perucas para ocultar drogas não seja uma novidade, esse caso reforça como criminosos continuam inovando para driblar a segurança nos aeroportos. Frequentemente, traficantes escondem entorpecentes em objetos do cotidiano, como sapatos, brinquedos e até livros ocos. Além disso, alguns recorrem a métodos ainda mais perigosos, ingerindo cápsulas de drogas ou implantando substâncias sob a pele.
Atualmente, a Europa segue como um dos principais destinos da cocaína proveniente da América do Sul. Por essa razão, aeroportos da Colômbia, do Brasil e do Peru permanecem sob vigilância constante para impedir o avanço do tráfico internacional.
Autoridades aumentam rigor no combate ao tráfico
Logo após a descoberta da droga, a polícia prendeu o suspeito em flagrante e o encaminhou às autoridades colombianas. Como o país possui leis rigorosas contra o tráfico de drogas, ele pode enfrentar uma condenação severa.
Nos últimos anos, as apreensões de entorpecentes em aeroportos da América Latina aumentaram significativamente. Esse avanço se deve, sobretudo, ao reforço na fiscalização e à intensificação da cooperação internacional. A cada nova tentativa frustrada, as autoridades aprimoram suas técnicas para impedir que traficantes consigam levar drogas para o exterior.
Perguntas frequentes
Os traficantes utilizam diversas táticas para transportar drogas sem serem detectados.
Os aeroportos usam tecnologias avançadas para identificar substâncias ilícitas, como scanners corporais, raios-x e cães farejadores treinados.
As penalidades variam de acordo com o país onde o crime ocorre. Na Colômbia, por exemplo, o tráfico de drogas pode resultar em penas de até 30 anos de prisão.







