Homem de Mato Grosso é preso após ataque a youtuber em Balneário Camboriú; veja vídeo

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Um homem identificado como Eduardo Henrique do Amaral, natural de Mato Grosso e conhecido como “Cachorrão”, foi preso após ser apontado como autor de um ataque contra um youtuber na Praia Central de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. A agressão ocorreu enquanto a vítima gravava imagens na orla, uma das regiões mais movimentadas da cidade.

Após o episódio, a Guarda Municipal identificou o suspeito e iniciou as buscas. Segundo as informações disponíveis, Eduardo já possui registros anteriores envolvendo ocorrências de violência e também teria atacado outros profissionais que trabalhavam com produção de conteúdo e reportagem.

Suspeito já teria se envolvido em outros episódios

O histórico atribuído a Eduardo inclui passagem por roubo. Além disso, em 2023, ele teria sido preso por lesão corporal e ameaça, conforme as informações divulgadas sobre o caso.

Em 2025, Eduardo também teria agredido Júnior Ledra, do canal Olhar Urbano, na Avenida Brasil. O episódio ganhou novos desdobramentos quando outro profissional foi até o local para apurar o que havia acontecido.

Repórter teria sido atacado com mordidas

Ainda naquele episódio de 2025, o repórter Wesley Perez compareceu ao local para acompanhar a ocorrência. Durante a apuração, ele também teria sido atacado por Eduardo.

Segundo o relato disponível, Wesley sofreu várias mordidas e precisou procurar atendimento médico devido aos ferimentos provocados durante a agressão.

Prisão ocorreu entre duas praias da região

A localização de Eduardo ocorreu durante uma ação conjunta das Guardas Municipais de Balneário Camboriú e Itajaí. As equipes encontraram o suspeito na região entre a Praia dos Amores e a Praia Brava.

Após a captura, os agentes encaminharam Eduardo à delegacia da Polícia Civil. A corporação ficou responsável pelos procedimentos relacionados ao caso e pela apuração das circunstâncias do ataque registrado na Praia Central.

Até o momento, as informações apresentadas não detalham a situação judicial do suspeito após o encaminhamento à delegacia nem informam quais medidas foram determinadas posteriormente.

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