O diretor financeiro do grupo Heineken, Harold van den Broek, anunciou que o preço da tão aclamada cerveja pode ficar mais caro devido aos custos de produção cada vez mais elevados. A informação foi dada pelo Valor Online nesta quarta (16) e diz que a cervejaria projeta um crescimento de até 15% no custo de produção do hectolitro.
“Compensaremos esses aumentos de custo de insumos por meio de preços em termos absolutos, o que pode levar a um consumo de cerveja menor” disse o diretor Harold.
Apesar do aumento dos preços, a cervejaria também prevê uma margem de lucro de 17% até 2023.
“Mesmo com os ventos contrários enfrentados pela covid-19 e pressão de custos ao longo de 2021, os volumes têm sido resilientes. A grande questão está em torno da duração dessa resiliência diante da pressão inflacionária. Não sabemos” acrescentou.
No quarto trimestre de 2021 o Brasil foi um dos países que mais consumiu a cerveja em todo o mundo. Além da Heineken, outras cervejas do grupo como a Amstel e a recém-lançada Tiger também tiveram um bom desempenho por aqui. Um estudo aponta que o volume consumido das cervejas do grupo Heineken cresceu mais de 10% de outubro a dezembro.
Fonte: Estadão MT


