Uma mulher grávida denunciou que sofreu agressões físicas dentro de um hortifruti, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, após cobrar o pagamento de pensão do ex-companheiro. A vítima afirma que o homem e a mãe dele a atacaram na tarde de terça-feira (6), em um local movimentado da cidade. Testemunhas registraram a confusão em vídeos, que circulam nas redes sociais e reforçam a denúncia.
Segundo o relato da mulher, ela procurou o ex-companheiro para tratar de questões financeiras relacionadas à gestação. A conversa evoluiu para uma discussão, e os dois suspeitos partiram para a agressão, mesmo com a vítima grávida. Pessoas que estavam no estabelecimento tentaram intervir para conter a violência.
Polícia atende ocorrência, mas não efetua prisões
A Polícia Militar chegou ao local após acionamento, colheu informações e registrou a ocorrência. Apesar da existência de imagens que mostram parte da agressão e do flagrante, os policiais não deram voz de prisão aos envolvidos. A vítima relata frustração com a decisão e afirma que os suspeitos deixaram o local em liberdade.
O caso seguiu para registro formal, e a mulher realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). As autoridades seguem com os procedimentos investigativos para apurar responsabilidades e definir possíveis medidas judiciais.
Vítima teme novos ataques e cobra proteção
Abalada emocionalmente, a mulher afirma que teme pela própria segurança e pela do bebê. Ela cobra medidas urgentes de proteção, como a responsabilização dos agressores e o acompanhamento do caso pelas autoridades. A vítima também reforça que não se sentiu amparada no momento da ocorrência e espera que o caso não fique impune.
Especialistas lembram que a violência contra gestantes agrava a tipificação penal e exige resposta rápida do poder público, principalmente quando há provas materiais e testemunhas.
Perguntas e respostas
O que motivou a agressão?
A vítima afirma que a agressão começou após ela cobrar o pagamento de pensão do ex-companheiro.
Os suspeitos foram presos?
Não. Apesar dos vídeos e do flagrante, os suspeitos não receberam voz de prisão e seguem em liberdade.
O que acontece agora?
A polícia investiga o caso, o laudo do IML está em andamento, e a vítima cobra medidas de proteção e responsabilização.







