O Governo de Mato Grosso desmentiu as alegações do deputado federal Abílio Brunini (PL) sobre a entrega do sistema BRT (Bus Rapid Transit) sem licitação. Em nota oficial, o governo esclareceu que está seguindo rigorosamente o edital de licitação e o contrato firmado com o consórcio responsável pelas obras.
A licitação para a construção do BRT ocorreu em março de 2022. O Consórcio Construtor BRT Cuiabá venceu o processo, oferecendo um desconto de 2,59% sobre o valor de referência da obra, estimado em R$ 480,5 milhões. Dessa forma, o projeto inclui a construção de 46 estações, novos terminais e melhorias na infraestrutura viária de Cuiabá e Várzea Grande.
Histórico do projeto
A decisão de substituir o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) pelo BRT ocorreu após denúncias de corrupção contra o consórcio responsável pelo VLT. Posteriormente, o governo realizou várias audiências públicas e consultas populares para garantir a participação e transparência no processo.
Ademais, as concessionárias União Transporte e Integração de Transporte poderão participar da futura licitação para a operação do BRT. No entanto, precisarão competir com outras empresas interessadas, assegurando, assim, a qualidade e competitividade do serviço.
Conclusão
Em resumo, o Governo de Mato Grosso reafirma o compromisso com a transparência e legalidade na implementação do projeto BRT, desmentindo as acusações de Abílio Brunini sobre a falta de licitação.







