O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, não poupou ironias durante o lançamento de seu novo livro, ao comentar sobre o recente cancelamento de seu visto pelos Estados Unidos. Em seu discurso, o decano da Corte fez uma piada ao lembrar que, se estivesse em outra cidade, como Roma, Paris ou Lisboa, sua viagem seria mais tranquila.
A ironia de Gilmar Mendes sobre o cancelamento de seu visto
Gilmar Mendes usou carisma e humor ao comentar o cancelamento do visto, que gerou repercussão. ‘Poderia estar em Roma, Paris ou Lisboa, mas não em Washington’, brincou, criticando os EUA com leveza.
Gilmar Mendes e os protestos bolsonaristas contra o STF
Além do episódio envolvendo seu visto, Gilmar Mendes também aproveitou o evento para alfinetar protestos bolsonaristas contra o STF. Durante os protestos, faixas com a frase “Supremo é o povo” foram exibidas, o que gerou uma resposta de Mendes, que lembrou a todos que, em uma democracia constitucional, “não existem soberanos, todos estão submetidos à lei”. Esse comentário foi uma crítica velada aos movimentos que tentam enfraquecer as instituições democráticas e questionar a autoridade do STF.
A defesa da democracia constitucional
Gilmar Mendes, em sua fala, reforçou seu compromisso com a democracia, destacando a importância de manter as instituições do país funcionando de maneira independente e livre de pressões externas e internas. O ministro se posicionou como um defensor das garantias constitucionais, algo que, em seu entendimento, é essencial para a manutenção do Estado de Direito.
Perguntas e respostas
- O que Gilmar Mendes disse sobre o cancelamento de seu visto?
- Ele fez uma piada dizendo que poderia estar em outras cidades, como Roma ou Paris, mas não em Washington.
- O que ele alfinetou durante o evento sobre os protestos bolsonaristas?
- Gilmar Mendes criticou as faixas com a frase “Supremo é o povo” e lembrou que, na democracia, todos estão sujeitos à lei.
- Qual a posição de Gilmar Mendes sobre a democracia constitucional?
- Mendes defendeu a importância de proteger as instituições e afirmou que na democracia constitucional não há soberanos, todos estão subordinados à lei.









