Após quase um mês da morte da filha Preta Gil, Gilberto Gil subiu ao palco em São Paulo na noite de domingo (17), emocionando o público desde os primeiros acordes. Com repertório cuidadosamente escolhido, ele conduziu a apresentação de forma sensível, ao mesmo tempo que celebrou a memória da filha e reforçou os laços familiares através da música.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) August 18, 2025
A Última Canção com Preta Gil
Durante o show, Gil interpretou “Drão”, música que possui grande significado pessoal. Afinal, ele cantou essa faixa pela última vez ao lado de Preta Gil em abril deste ano, e ela também foi escrita em homenagem a Sandra Gadelha, mãe de Preta. Além disso, a escolha da canção trouxe à tona lembranças e emoções intensas, conectando o público diretamente à história da família e reforçando o impacto afetivo da apresentação. Dessa forma, cada nota se transformou em uma homenagem viva e duradoura.
Música em Dose Dupla
Enquanto Gilberto Gil encantava a plateia em São Paulo, sua neta Flor Gil realizou uma apresentação simultânea no Rio de Janeiro, também marcando sua segunda performance após a morte da tia. Por consequência, a coincidência reforçou a ideia de que a música atua como elemento de resistência emocional para a família. Além disso, os fãs destacaram nas redes sociais a força simbólica do legado familiar, mostrando que a arte consegue unir gerações e transformar momentos de luto em celebração da vida.
Transformando Dor em Arte
Ao longo do show, Gilberto Gil demonstrou que consegue transformar tristeza em expressão artística, principalmente quando selecionou o repertório e conduziu a apresentação com delicadeza. Nesse contexto, a música funcionou como ponte entre lembranças e presente, permitindo que o público compartilhasse sentimentos profundos sem que a emoção se tornasse pesarosa. Portanto, o retorno do cantor aos palcos evidencia resiliência, reforça o legado familiar e confirma que a arte possui poder de memória, união e cura coletiva, mesmo diante de perdas significativas.
O evento mostrou, ainda, que artistas podem utilizar a performance para celebrar a vida e manter viva a memória de quem se foi, transformando dor em inspiração para público e familiares.
Perguntas frequentes
“Drão” simboliza a última apresentação de Gil ao lado de Preta e homenageia a avó Sandra Gadelha.
A coincidência gerou repercussão nas redes e reforçou a conexão entre gerações da família.
A música mantém viva a memória da filha, conecta gerações e transforma a dor em expressão artística.



