Um caso de suposta negligência médica gerou grande indignação após o relato do marido de uma gestante. Ele acusou a UPA de Nilópolis (RJ), de recusar atendimento urgente à sua esposa. A mulher, que estava com forte sangramento, acabou perdendo o bebê após não receber socorro médico imediato, mesmo com o grave quadro de saúde.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) September 13, 2025
O desespero do pai e a acusação de negligência
Jony Bravo relatou em um vídeo emocionante que, por volta das 2h30 da madrugada, sua esposa, grávida, teve um sangramento intenso, o que sugeria a perda do bebê. Ao procurar ajuda na UPA de Nilópolis e no Hospital do Calazans, o homem afirmou que os médicos ignoraram a sua esposa, e que alegadamente se recusaram a atendê-la. “Quem conhece a UPA do Cabuis sabe que a ambulância fica parada, os profissionais fumando cigarro e batendo papo”, desabafou. Ele acusou diretamente uma médica de plantão de negar o socorro, o que, segundo ele, resultou na tragédia.
O papel dos moradores na solução do caso
Diante da falta de atendimento, moradores locais interviram e, vendo o desespero de Jony, ajudaram a transportar a gestante para outra unidade de saúde, o Jucelino, onde ela finalmente recebeu atendimento. O apoio da comunidade foi crucial, já que a situação na UPA não parecia oferecer os cuidados necessários.
A resposta das autoridades e o silêncio da UPA
Até o momento, nem a UPA de Nilópolis nem a Secretaria Municipal de Saúde se pronunciaram oficialmente sobre o caso. O silêncio das autoridades aumenta a indignação da população, que pede respostas e justiça para o ocorrido. A tragédia revelou o quão frágil pode ser o sistema de saúde em situações de emergência, e os moradores da cidade aguardam providências para evitar que casos como este se repitam.
Perguntas frequentes:
Segundo o marido, a médica de plantão teria se recusado a prestar o socorro necessário à gestante, o que resultou na perda do bebê.
Moradores intervieram e forçaram a ambulância a levar a gestante para o Jucelino, onde o atendimento foi realizado.
Até o momento, nem a UPA de Nilópolis nem a Secretaria Municipal de Saúde se pronunciaram sobre o caso.



