Garota de programa é amarrada em motel e obrigada a fazer pix; veja vídeo

Vídeo

Na última segunda-feira (12), um crime assustador foi registrado em um motel de Araçatuba (SP). De acordo com a vítima, identificada como Mariana, influenciadora digital e também garota de programa, um homem que se passou por cliente invadiu seu quarto armado com uma faca. Em seguida, ele a amarrou com fitas do tipo “enforca-gato” e exigiu que ela realizasse uma transferência via Pix no valor de R$ 18 mil.

Além disso, o agressor revelou que receberia R$ 50 mil para matá-la e abandonar o corpo às margens de uma rodovia. Felizmente, a vítima conseguiu escapar. Conforme mostram imagens das câmeras de segurança, ela correu até a recepção do estabelecimento, momento em que o suspeito tentava fugir com seu carro de luxo. Um funcionário conseguiu impedi-lo e acionou a polícia. Apesar disso, o homem fugiu antes da chegada da equipe.

Vítima detalha ameaças contra a família e tortura emocional intensa

Logo após o ocorrido, Mariana utilizou suas redes sociais para desabafar. Em seu relato, explicou que, embora não tenha sido agredida fisicamente, foi alvo de tortura psicológica. O homem ameaçou matar sua filha e sua mãe, deixando-a em estado de pânico. Ela também compartilhou fotos que mostram hematomas nas mãos e as marcas das fitas utilizadas para imobilizá-la.

Dessa forma, a influenciadora registrou boletim de ocorrência e afirmou estar bem fisicamente. No entanto, o trauma emocional permanece evidente. Até a última atualização, o suspeito seguia foragido.

Caso repercute nas redes e levanta debate sobre segurança e impunidade

Posteriormente, as publicações de Mariana ganharam grande repercussão nas redes sociais. Assim, a pressão popular aumentou por uma resposta mais ágil das autoridades. Casos como este mostram, por exemplo, como plataformas digitais têm sido utilizadas por vítimas para expor crimes e cobrar justiça em tempo real.

Além disso, especialistas em segurança afirmam que a divulgação pública de relatos ajuda a acelerar investigações e incentiva outras vítimas a denunciarem agressões similares. Por fim, o caso também abre espaço para um debate urgente sobre segurança em motéis e a vulnerabilidade de mulheres que atuam em serviços presenciais.

Perguntas frequentes

Afinal, quem teria encomendado o crime contra Mariana?

A vítima desconfia de possíveis envolvidos, mas a investigação ainda está em andamento.

Como o agressor conseguiu entrar no motel sem ser identificado?

É possível que ele tenha se identificado como cliente, o que não levantou suspeitas.

O estabelecimento adotava medidas efetivas de segurança?

A polícia pode investigar se houve negligência por parte do motel quanto à entrada do suspeito.

Lucas

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Continue lendo