Um episódio inusitado surpreendeu motoristas e pedestres em Vilhena, Rondônia. Um funcionário de funerária, ao conduzir um carro fúnebre pela BR-174, deixou o caixão cair em plena via urbana. Como era de se esperar, a cena gerou choque, fotos e muitos vídeos — que logo viralizaram.
Durante o trajeto, o inesperado aconteceu
Enquanto o veículo trafegava normalmente, a tampa traseira se abriu inesperadamente, fazendo com que o caixão despencasse sobre o asfalto. O corpo, que estava coberto por um lençol branco, ficou parcialmente exposto. Por consequência, motoristas reduziram a velocidade, alguns pararam, e outros aproveitaram para registrar o momento. Pouco depois, a Polícia Rodoviária Federal chegou ao local e auxiliou na remoção. O trânsito fluiu lentamente durante cerca de 40 minutos.
Por trás da viralização, indignação e questionamentos
Assim que as imagens começaram a circular nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais, o público reagiu com espanto. Enquanto muitos encararam o episódio com humor, outros levantaram sérias críticas sobre o profissionalismo da funerária envolvida. Até o momento, a empresa não emitiu nota oficial. Além disso, a identidade do falecido permanece em sigilo por respeito à família.
Falta de fiscalização entra em pauta
Diante do ocorrido, um novo debate ganhou força: a segurança no transporte funerário. Conforme destacou a Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (Abredif), acidentes como este são raros. No entanto, a ausência de regulamentação específica sobre a conservação e vistoria dos veículos ainda preocupa o setor. Portanto, o caso de Vilhena expôs uma fragilidade ignorada pelo poder público.
Perguntas frequentes
Não. Segundo a PRF, o corpo estava bem protegido e permaneceu intacto.
Sim. A Polícia Civil abriu investigação e pode imputar responsabilidade à funerária.
Na prática, não. A legislação brasileira ainda carece de normas claras e aplicadas regularmente ao setor funerário.



