Uma operação integrada entre Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar combateu a retomada do garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Sararé, na região de Pontes e Lacerda, em Mato Grosso. As equipes realizaram incursões entre sexta-feira e domingo após levantamentos apontarem nova movimentação de equipamentos em áreas utilizadas para extração clandestina.
Maquinário é localizado dentro da área indígena
Antes da operação, as forças de segurança identificaram indícios de movimentação de maquinário em pontos relacionados à exploração ilegal. Com essas informações, as equipes avançaram pela região para localizar possíveis estruturas utilizadas pelos garimpeiros.
Durante as incursões, os agentes encontraram uma escavadeira, combustível e outros materiais empregados na atividade clandestina.
A presença dos equipamentos reforçou os indícios de tentativa de retomada da exploração mineral ilegal dentro da Terra Indígena Sararé. A região vem recebendo atenção das forças de segurança justamente para impedir que áreas anteriormente utilizadas pelo garimpo voltem a ser ocupadas.
Equipamentos são inutilizados durante operação
Por causa das condições do terreno e da dificuldade para retirar equipamentos pesados de uma área de difícil acesso, as forças de segurança decidiram inutilizar o maquinário no próprio local.
A medida impede que os equipamentos encontrados voltem a ser utilizados imediatamente na extração clandestina. Além da escavadeira, as equipes localizaram materiais e combustível relacionados à atividade.
A operação ocorreu de forma integrada entre as forças estaduais e federais, com atuação direcionada aos pontos identificados previamente pelos levantamentos de segurança.
Forças de segurança procuram responsáveis
Após a localização e inutilização dos equipamentos, as investigações continuam para identificar as pessoas responsáveis pela tentativa de retomada do garimpo ilegal na região.
As forças de segurança também mantêm a fiscalização na Terra Indígena Sararé para identificar novas movimentações e impedir o retorno das atividades clandestinas.
Até o momento, as informações divulgadas não apontam prisões durante as incursões. A identificação dos envolvidos permanece sob investigação das autoridades responsáveis.



