O Flamengo manifestou apoio a Vini Jr. após o atacante denunciar ofensas racistas durante a vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica, na terça-feira (17), pelos playoffs da Champions League. O jogador afirmou que o argentino Gianluca Prestianni o chamou de “macaco” durante a partida.
Vini Jr. marcou o gol da vitória e, logo após o lance, comunicou o episódio ao árbitro François Letexier. O juiz aplicou o protocolo antirracismo da Uefa ainda em campo. Companheiros como Kylian Mbappé e Fede Valverde confirmaram que ouviram as ofensas.
Flamengo publica nota e reforça posicionamento
O Flamengo publicou mensagem nas redes sociais e declarou apoio público ao atleta revelado em suas categorias de base. O clube afirmou que racismo não integra o futebol e não admite normalização desse tipo de ataque. A diretoria destacou a trajetória do jogador e reconheceu a gravidade dos episódios recorrentes na Europa.
O posicionamento ampliou a pressão por medidas concretas das autoridades esportivas. Nos últimos anos, federações e ligas prometeram endurecer punições, mas casos semelhantes continuam a surgir.
Benfica defende atleta e contesta acusação
Gianluca Prestianni negou a acusação. O atacante declarou que Vini Jr. interpretou mal a situação. O Benfica divulgou nota oficial, apoiou o jogador e classificou o episódio como difamação. O clube português afirmou que confia na conduta do atleta.
A Uefa abriu investigação e analisará imagens, áudios e depoimentos. A entidade poderá aplicar sanções disciplinares caso comprove a infração.
Caso reacende debate estrutural
O episódio reacendeu o debate sobre racismo no futebol europeu. Jogadores, clubes e entidades cobram ações mais rígidas e punições exemplares.
O desfecho da investigação poderá estabelecer novo parâmetro disciplinar na Champions League.
Perguntas e respostas:
Vini Jr. comunicou o árbitro durante a partida.
A entidade abriu investigação oficial.
O clube publicou nota de apoio e repudiou o racismo.



