Filho preso deixa penitenciária sob escolta para se despedir da mãe morta pelo próprio neto; Veja vídeo

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Um detento recebeu autorização judicial para deixar temporariamente a Penitenciária Regional de Pedreiras e acompanhar o velório da própria mãe, Erlinda Pereira de Souza, morta em Esperantinópolis, no interior do Maranhão. O caso ganhou repercussão pelas circunstâncias familiares: o principal suspeito do homicídio é Mateus Sousa Barros, neto da vítima e sobrinho do homem que deixou o presídio para participar da despedida. Erlinda morreu após ser atacada na terça-feira (29), no bairro Alto do Jatay. Durante todo o período fora da unidade prisional, o filho permaneceu acompanhado por uma escolta da Polícia Penal.

Detento recebeu autorização para acompanhar despedida

Após receber a informação sobre a morte da mãe, o homem conseguiu autorização para comparecer ao velório antes do sepultamento. Ele deixou a penitenciária acompanhado por policiais penais e seguiu até o local da cerimônia.

A autorização permitiu apenas a saída temporária para a despedida. Depois do encerramento do velório, o detento retornou ao estabelecimento onde cumpre pena.

Segundo informações divulgadas pela imprensa local, Erlinda havia visitado recentemente o filho na Penitenciária Regional de Pedreiras.

Neto da vítima foi preso após o crime

Erlinda Pereira de Souza foi atacada na terça-feira, em Esperantinópolis. Segundo informações policiais divulgadas após o caso, a idosa sofreu ferimentos provocados por pedaços de uma garrafa de vidro.

Ela ainda recebeu socorro e foi levada para atendimento médico, porém não resistiu aos ferimentos.

Após o crime, equipes policiais realizaram buscas e localizaram Mateus Sousa Barros, neto de Erlinda. Ele foi preso e conduzido à Delegacia Regional de Pedreiras. O caso foi registrado como feminicídio, e o investigado ficou à disposição da Justiça.

Circunstâncias da morte continuam sob investigação

A Polícia Civil abriu investigação para esclarecer a sequência dos acontecimentos e determinar a motivação do crime. Diferentes versões sobre as circunstâncias que antecederam a morte foram divulgadas, mas a apuração policial ainda deverá estabelecer a dinâmica do caso.

Uma das versões atribuídas ao investigado aponta que Erlinda teria sido atingida durante uma discussão. Outra informação divulgada pela imprensa local menciona um possível desentendimento relacionado a dinheiro. Nenhuma dessas versões, isoladamente, representa a conclusão da investigação.

Enquanto as autoridades apuram o homicídio, a situação familiar chamou atenção em Esperantinópolis: um integrante da família permanece preso como investigado pela morte de Erlinda, enquanto outro, que já cumpria pena por outro caso, precisou deixar temporariamente a penitenciária sob escolta para participar do velório da própria mãe.

Após a cerimônia, o filho de Erlinda retornou ao sistema prisional para continuar cumprindo a pena.

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