Filho é preso por morte de servidor da Polícia Civil e indica local onde corpo foi ocultado; Veja vídeo

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A investigação sobre a morte do servidor da Polícia Civil de Goiás, João Lourenço de Oliveira, de 64 anos, avançou com a prisão de mais cinco suspeitos. Entre os detidos está Flávio Lourenço Salomão, filho da vítima, apontado pelas autoridades como autor do crime.

Segundo informações da Polícia Militar e da Polícia Civil de Goiás, as novas prisões ocorreram após o compartilhamento de informações entre diferentes unidades das forças de segurança e o avanço das investigações conduzidas nos últimos dias.

Corpo foi encontrado após indicação do suspeito

João Lourenço estava desaparecido desde o último sábado (13), quando saiu de casa conduzindo sua caminhonete.

Durante as diligências, o corpo da vítima foi localizado em uma vala próxima ao Aterro Sanitário de Goiânia, em uma área de mata. De acordo com a Polícia Civil, o próprio filho indicou aos investigadores o local onde o corpo havia sido deixado após o crime.

A descoberta foi considerada um dos principais avanços da investigação.

Objetos da vítima também foram localizados

Além do corpo, equipes policiais encontraram a caminhonete utilizada pela vítima antes do desaparecimento.

Cartões bancários, uma arma de fogo e diversas munições também foram apreendidos durante a operação.

As evidências recolhidas passaram a integrar o inquérito que busca esclarecer toda a dinâmica do caso e a participação de cada suspeito.

Dívida teria motivado o crime

Segundo informações repassadas pelo advogado da família, a principal linha de investigação aponta que desentendimentos financeiros teriam motivado o homicídio.

De acordo com o relato apresentado às autoridades, Flávio Lourenço estaria enfrentando dificuldades financeiras e teria solicitado dinheiro ao pai. Após a recusa, o crime teria ocorrido.

“Ele estava endividado, pediu dinheiro ao pai, que se recusou a emprestar. Então, acabou atirando na cabeça dele”, afirmou o advogado da família, Edson Cândido.

O filho da vítima e os demais suspeitos permanecem presos e à disposição da Justiça. Enquanto isso, a Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes da participação dos envolvidos e a execução do crime que chocou familiares e colegas do servidor.

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