Filha de policial se mata com tiro na cabeça em apartamento no centro de Cuiabá; veja vídeo

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Uma jovem de 18 anos tirou a própria vida com um tiro na cabeça na tarde de quinta-feira (19), dentro do Edifício Barão de Melgaço, no bairro Consil, em Cuiabá. A Polícia Judiciária Civil confirmou que ela mesma realizou o disparo, por volta das 15h30. Equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Samu atenderam a ocorrência, mas encontraram a vítima sem vida.

A jovem era filha de uma sargento da Polícia Militar. Os investigadores apuram como ela acessou a arma de fogo e o que a levou a cometer o suicídio. Até o momento, a Polícia não divulgou informações sobre o estado emocional da jovem ou se ela já demonstrava sinais de sofrimento psíquico.

Suicídio entre jovens aumenta no Brasil

O Brasil registrou um aumento preocupante de suicídios entre adolescentes e jovens adultos. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 27% dos casos de suicídio em 2023 ocorreram entre pessoas de 15 a 29 anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) também aponta que o suicídio representa uma das principais causas de morte nessa faixa etária.

Especialistas em saúde mental alertam que fatores como pressão social, uso excessivo de redes sociais, conflitos familiares e incertezas econômicas impactam diretamente o bem-estar emocional dos jovens. Quando eles têm acesso a armas de fogo, o risco de tragédias como a que ocorreu em Cuiabá aumenta de forma significativa.

CVV oferece apoio 24 horas

O Centro de Valorização da Vida (CVV) atende pessoas que enfrentam sofrimento emocional ou pensamentos suicidas. Os voluntários prestam apoio gratuitamente pelo telefone 188, além de oferecer chat, e-mail e atendimento presencial. Em Cuiabá, o ponto físico fica na Rua Comandante Costa, 296, Centro Norte.

O serviço funciona 24 horas por dia e mantém o sigilo absoluto das conversas. O CVV orienta que procurar ajuda é um ato de coragem — e que existe saída para a dor emocional.

Perguntas frequentes

Por que os jovens estão tirando a própria vida com mais frequência?

A pressão emocional, redes sociais e falta de apoio psicológico impulsionam esse aumento.

É comum jovens terem acesso a armas dentro de casa?

Sim, especialmente em lares com militares ou seguranças, o que eleva o risco.

O que fazer quando alguém fala em desistir da vida?

Ouça sem julgar, ofereça apoio e incentive ajuda profissional imediata, como o CVV.

Mhylenna

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