A FIFA entregou nesta sexta-feira (5) o primeiro FIFA Peace Prize – Football Unites the World ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A cerimônia aconteceu durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026, no Kennedy Center for the Performing Arts, em Washington D.C. A premiação inédita reconheceu, segundo a entidade, ações que promoveram a paz e a união entre povos por meio do futebol.
PEACE PRESIDENT. 🕊️@FIFAWorldCup President Gianni Infantino awards President Donald J. Trump the inaugural 2025 FIFA Peace Prize, dedicated to an individual who achieved exceptional and extraordinary action to promote peace and unity around the world. 🇺🇸 pic.twitter.com/mfKKDb9w59
— The White House (@WhiteHouse) December 5, 2025
Infantino elogia Trump e justifica entrega com discurso direto
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, comandou a entrega do prêmio e elogiou publicamente Trump. Ele destacou a “energia incrível” do presidente e afirmou que Trump “faz o que diz e diz o que pensa”. Infantino já havia defendido a ideia de homenagear o norte-americano e usou o momento para consolidar essa proposta em um evento de visibilidade global.
FIFA associa futebol a diplomacia e provoca reações
A FIFA justificou a escolha com base na atuação diplomática de Trump. A entidade citou cessar-fogos no Oriente Médio, envolvimento em negociações internacionais e esforços para reduzir tensões globais. O prêmio surgiu como alternativa simbólica à tentativa frustrada de Trump pelo Nobel da Paz. A escolha provocou reações imediatas nas redes sociais e dividiu opiniões entre apoiadores e críticos.
Evento conecta política, futebol e construção de imagem
A FIFA utilizou o sorteio da Copa do Mundo como palco estratégico para promover o prêmio. A escolha do Kennedy Center, local sob forte influência do presidente norte-americano, reforçou o vínculo entre futebol e diplomacia. A premiação impulsionou a imagem de Trump no cenário global e reforçou a tentativa da entidade de usar o esporte como ferramenta de influência.
Perguntas e respostas:
A FIFA aproveitou a visibilidade da Copa para dar peso à nova premiação.
A entidade associou esporte e diplomacia, o que favoreceu diretamente Trump.
O prêmio pode crescer, mas vai depender da escolha dos próximos homenageados.





