Marta ganhou uma exposição interativa no Museu da Fifa como parte das comemorações pelos 10 anos da instituição. A brasileira integra uma série especial dedicada a grandes camisas 10 da história do futebol e aparece depois de nomes como Pelé, Diego Maradona e Zinedine Zidane. A homenagem reúne fotografias, textos, objetos utilizados pela jogadora e uma linha do tempo que percorre sua trajetória desde a estreia profissional, em 2000, até a conquista da Copa América de 2025.
Exposição relembra momentos da carreira da Rainha
O conteúdo digital apresenta diferentes fases da trajetória de Marta e destaca sua influência no desenvolvimento e na projeção mundial do futebol feminino. Entre os itens apresentados aparecem dois uniformes usados pela brasileira, um da Seleção Brasileira e outro do Orlando Pride. A exposição também reúne uma chuteira e uma bola utilizadas pela atleta durante a carreira. A página começa com uma declaração da ex-jogadora norte-americana Carli Lloyd sobre a brasileira. “Ela é considerada a melhor de todos os tempos e fez muito por mulheres ao redor de todo o mundo, inclusive por mim”, disse. A própria Marta também aparece na exposição com uma frase sobre o impacto que busca deixar além dos gramados: “Não é sobre ser a melhor do mundo. É sobre ser a melhor para o mundo”.
Seis Copas do Mundo marcam trajetória pela Seleção
Marta disputou sua primeira Copa do Mundo aos 17 anos, sete meses e dois dias. A brasileira participou das edições de 2003, 2007, 2011, 2015, 2019 e 2023. Sua melhor campanha aconteceu em 2007, quando o Brasil chegou à decisão e terminou com o vice-campeonato. Ao longo dos seis Mundiais, Marta entrou em campo 23 vezes, acumulou 14 vitórias, três empates e seis derrotas. Ela também marcou 17 gols e distribuiu duas assistências.
Números reforçam dimensão da carreira
Considerando toda a trajetória apresentada pela Seleção Brasileira, Marta soma 214 partidas, 122 gols e 18 assistências. A exposição também reúne depoimentos de outras referências do futebol feminino. Karina Leblanc, ex-goleira da seleção canadense, definiu a brasileira como “Uma jogadora que não mudou apenas o jogo no país dela, mas no mundo todo”. Com a homenagem, o Museu da Fifa inclui a camisa 10 brasileira em sua série comemorativa dedicada a jogadores que marcaram a história da posição.
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