Farmacêutico é preso após furtar insulina de hospital público durante investigação policial em Rondonópolis

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A Polícia Civil prendeu, na última sexta-feira (30), um farmacêutico de 48 anos por furtar 10 ampolas de insulina do tipo Novolin do Hospital Regional de Rondonópolis. A Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) atuou em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e localizou os medicamentos na Cadeia Pública Feminina da cidade.

As equipes iniciaram a investigação após receberem denúncias sobre o desaparecimento de medicamentos da unidade de saúde. Os policiais identificaram o servidor público como autor do crime durante diligências conduzidas ao longo da semana.

Policiais descobrem lote furtado na unidade prisional

Ao chegarem à Cadeia Pública Feminina, os investigadores encontraram as 10 ampolas de insulina. O lote dos medicamentos correspondia exatamente ao que havia sumido do estoque do Hospital Regional.

Durante o interrogatório, o farmacêutico confessou o furto. Ele alegou que retirou os medicamentos para repassá-los às reeducandas do presídio feminino. Apesar da justificativa, os investigadores descartaram qualquer autorização formal para a transferência.

Polícia enquadra servidor por peculato

A Polícia Civil enquadrou o servidor no crime de peculato. O Código Penal Brasileiro (art. 312) define esse crime como o desvio ou apropriação de bens públicos por servidor, com pena de 2 a 12 anos de reclusão, além de multa.

Mesmo sem intenção de lucro, o farmacêutico agiu à margem da lei. A legislação exige autorização expressa para transferências de medicamentos entre instituições públicas. A justificativa de uso humanitário não elimina o caráter ilícito do ato.

Perguntas frequentes

Quem foi preso por furtar insulina em Rondonópolis?

Um farmacêutico de 48 anos que trabalhava no hospital e na cadeia pública.

Para onde ele levou os medicamentos furtados?

Para a Cadeia Pública Feminina de Rondonópolis.

Que crime ele cometeu ao desviar os remédios?

Peculato, por se apropriar de bens públicos em razão do cargo.

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