Familiares e amigos seguem mobilizados na busca por Marina Sofia Menezes Ventura, de 13 anos, desaparecida desde domingo, 20 de outubro, em Diamantino, município localizado a 208 km de Cuiabá. Marina foi vista pela última vez em sua casa, logo após almoçar com a família. Após registrar o caso, a Polícia Civil iniciou uma investigação, e agora solicita que qualquer informação seja repassada pelos números de emergência, 190 ou 197.
Circunstâncias envolvem mistério e mobilização da família
De acordo com Adriele Menezes, mãe de Marina, a irmã mais nova foi a última pessoa a ver a adolescente, encontrando-a dormindo em seu quarto após o almoço em família. A família, que descreve Marina como uma jovem tranquila, cristã e dedicada aos estudos, afirma não acreditar na possibilidade de uma fuga. “Estou desesperada. Marina é uma menina boa e estudiosa. Ela estava feliz, tinha acabado de ser aprovada no seletivo da escola militar”, destacou Adriele, reforçando o comportamento positivo da filha.
Pouco depois de sair, a irmã mais nova retornou para casa e, surpreendentemente, já não encontrou Marina no local. Desde então, familiares intensificaram as buscas e começaram a divulgar o desaparecimento nas redes sociais, com a esperança de que alguém possa contribuir com informações.
Trotes e golpes intensificam o sofrimento da família
Enquanto lida com a dor do desaparecimento, Adriele também relata ter recebido trotes e mensagens fraudulentas. Em muitos casos, pessoas pedem dinheiro em troca de informações falsas sobre o paradeiro de Marina. “Essas ligações só aumentam nossa angústia. Estamos sem notícias concretas e ainda precisamos enfrentar esses golpes, que agravam ainda mais o sofrimento”, desabafou Adriele.
Comunidade oferece apoio e autoridades pedem informações
A comunidade de Diamantino e região se uniu para ajudar nas buscas, compartilhando informações e fotos de Marina nas redes sociais. A Polícia Civil, que já investiga o caso, reforça que qualquer informação verdadeira pode ser crucial para a solução do desaparecimento. Com esperança, a família e as autoridades seguem na busca, pedindo que a população contribua com dados reais e diretos, ligando para os números 190 ou 197.









