A partida entre Bolívia e Uruguai, válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, contou com um momento inusitado e preocupante. O zagueiro José María Giménez, da Seleção Uruguaia, precisou usar um respirador portátil durante os minutos finais do confronto realizado na cidade de El Alto, que fica a impressionantes 4.090 metros acima do nível do mar.
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— Selección Uruguaya (@Uruguay) March 26, 2025
A altitude extrema, que já é historicamente conhecida por afetar o desempenho físico dos atletas, cobrou seu preço. Giménez, visivelmente ofegante, aproveitou o momento em que o goleiro Sergio Rochet solicitou atendimento médico para, discretamente, usar o equipamento de auxílio respiratório. A cena chamou atenção e reforçou os desafios de jogar em condições tão adversas.
Empate sem gols e esforço extremo em campo
Apesar do esforço das duas seleções, Bolívia e Uruguai empataram por 0 a 0, em uma partida com poucas emoções ofensivas, mas marcada pela intensidade física e pelo impacto da altitude sobre os atletas. O resultado deixou a Celeste na 3ª colocação da tabela das Eliminatórias Sul-Americanas. Já a Bolívia, com desempenho instável, segue na 8ª posição, fora da zona de classificação para o Mundial de 2026.
A situação de Giménez reacende o debate sobre os efeitos da altitude em jogos internacionais. Mesmo com preparação e aclimatação, nem sempre o organismo dos atletas consegue responder da forma esperada, especialmente nos minutos finais, quando o desgaste físico se intensifica.
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Perguntas frequentes
Não há registros anteriores, mas muitos atletas já sofreram em El Alto.
A FIFA já debateu o tema, mas ainda permite jogos em altitudes extremas.
Sim, desde que utilizado de forma emergencial e com liberação médica.









