A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu três pessoas e apreendeu 1,7 mil pinos de cocaína, 18 tabletes de maconha, 23 comprimidos de ecstasy e uma motocicleta durante uma operação realizada na terça-feira (7) em Aripuanã, a 1.002 km de Cuiabá. Os policiais descobriram que o carregamento pertencia a uma facção criminosa que abastecia pontos de venda de drogas na cidade.
A ação bloqueou uma das principais rotas de distribuição da organização e enfraqueceu a estrutura de fornecimento de entorpecentes no município.
Polícia monitora suspeita e flagra cocaína pronta para venda
A equipe da Delegacia de Aripuanã investigou o grupo por várias semanas e identificou uma mulher de 28 anos que armazenava e distribuía drogas para a facção.
Os policiais monitoraram a residência dela no bairro Cidade Alta e registraram intensa movimentação de veículos usados para transportar os entorpecentes.
Na terça-feira, os agentes flagraram a mulher saindo do imóvel em uma motocicleta preta e voltando com uma mochila vermelha. Eles realizaram a abordagem e entraram na casa, onde apreenderam 502 pinos de cocaína embalados e prontos para venda. A suspeita, que cumpria liberdade condicional, descumpria medidas judiciais e atuava como guardiã da droga.
Polícia descobre depósito e prende dupla com cocaína
Após essa prisão, os investigadores localizaram outro endereço ligado à facção no Setor Frei Canuto. O local funcionava exclusivamente como depósito de drogas. A jovem de 20 anos, responsável por esconder e redistribuir os entorpecentes, possuía mandado de prisão em aberto e mudava de casa constantemente para evitar a captura.
Durante a abordagem, os policiais prenderam a jovem e um homem de 20 anos que a acompanhava. No imóvel, eles apreenderam 1.200 pinos de cocaína, 1,6 quilo da droga em pedras, 18 tabletes de maconha e 23 comprimidos de ecstasy.
A apreensão desmantelou o principal ponto de abastecimento da facção em Aripuanã.
Perguntas frequentes
A operação apreendeu 1,7 mil pinos de cocaína, além de maconha e ecstasy.
Não. Segundo a polícia, o grupo tinha ligações com outras cidades do noroeste de Mato Grosso.
Os entorpecentes apreendidos valem mais de R$ 250 mil no mercado ilegal, segundo estimativas da Sesp-MT.


