Um caminhão de gás explodiu em uma fábrica de abastecimento ilegal no distrito de Embakasi, na capital do Quênia, na noite dessa quinta-feira (1/2). A explosão matou ao menos três pessoas e deixou outras 300 feridas.
O episódio ocorreu às 23h30 e foi registrado em vídeo por moradores, que se assustaram com o tamanho das chamas. A explosão ocorreu em um caminhão que carregava botijões de gás de cozinha.
“As casas começaram a tremer e as explosões começaram a acontecer a cada poucos segundos, então fiquei preocupada e saí para ver o que estava acontecendo”, declarou Zainab Said, 33 anos, que precisou ir ao hospital devido a queimaduras de segundo grau.
Um funcionário do Hospital Nacional Kenyatta declarou ter recebido ao menos 45 pacientes desde a explosão, cinco deles em estado crítico. O caso está sendo investigado.
A catastrófica explosão de um caminhão de gás em uma fábrica de abastecimento ilegal no distrito de Embakasi, na capital do Quênia, não apenas resultou na morte de ao menos três pessoas, mas também na lesão de outras 300, evidenciando a perigosa interseção entre práticas ilegais de abastecimento e a segurança pública
. O incidente, ocorrido perto da meia-noite, despertou a comunidade local com o estrondo das explosões e o tremor das casas, uma experiência aterradora narrada por Zainab Said, uma das vítimas que sofreu queimaduras significativas.
A sobrecarga no Hospital Nacional Kenyatta, que recebeu dezenas de vítimas, cinco das quais em estado crítico, destaca a pressão imposta aos serviços de emergência em resposta a desastres de grande escala. Esse incidente sublinha a importância crítica de regulamentações rigorosas e fiscalização na indústria de gás para prevenir atividades ilegais que colocam em risco a vida e a propriedade.
A investigação em andamento deve buscar não apenas esclarecer as circunstâncias que levaram à explosão, mas também implementar medidas preventivas para evitar futuros desastres. Este trágico evento serve como um lembrete sombrio das consequências da negligência e da falta de cumprimento das normas de segurança.
Via Metrópoles









