Um crime brutal chocou o município de Colniza (a 1.063 km de Cuiabá) no último fim de semana. Elias Ribeiro da Silva, policial militar da reserva e ex-diretor da Escola Militar Tiradentes, matou a tiros Claudemir Sá Ribeiro, de 26 anos, dentro de um bar. O caso provocou indignação entre moradores e autoridades políticas, que exigem punição exemplar ao suspeito.
Testemunhas registraram o ataque repentino, feito sem qualquer aviso.
Segundo relatos, Elias estava consumindo bebidas alcoólicas quando se levantou, caminhou até a mesa onde Claudemir conversava com outra pessoa e, sem qualquer discussão, sacou a arma e atirou várias vezes contra o jovem. Após o assassinato, fugiu do local em uma motocicleta e, até o momento, está foragido.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o crime e segue em busca do suspeito. O caso levantou questionamentos sobre a conduta de agentes de segurança mesmo após a aposentadoria.
Vereador de Cuiabá exige punição sem privilégios
Diante da repercussão do crime, o vereador Rafael Ranalli (PL), de Cuiabá, usou as redes sociais para cobrar uma resposta firme das autoridades.
“O fato de alguém ser ex-policial ou ex-diretor de escola não muda nada: se essa pessoa mata, a Justiça deve tratá-la como criminosa“, declarou.
Polícia ainda não divulgou posicionamento oficial
Até esta quarta-feira (26), a Polícia Militar de Mato Grosso não se manifestou oficialmente sobre o caso. As autoridades esperam localizar Elias Ribeiro da Silva e responsabilizá-lo criminalmente pelo homicídio à medida que as investigações avançam.
Perguntas e respostas rápidas sobre o caso em Colniza:
Quem foi a vítima do crime?
Claudemir Sá Ribeiro, jovem de 26 anos, morto com vários tiros dentro de um bar.
Quem é o suspeito?
Elias Ribeiro da Silva, policial da reserva e ex-diretor da Escola Militar Tiradentes.
O que pede o vereador Rafael Ranalli?
Que o suspeito seja tratado como qualquer criminoso comum e julgado com rigor.









