Estado estuda conceder Arena Pantanal à iniciativa privada para reduzir gastos e ampliar eventos

Perrengue Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso estuda conceder a administração da Arena Pantanal à iniciativa privada. A proposta integra um plano que busca reduzir os custos de manutenção do estádio, aumentar a geração de receitas e ampliar o número de eventos esportivos, culturais, corporativos e de entretenimento realizados no local. O governador em exercício, Otaviano Pivetta, confirmou que o Estado conduz estudos para definir o melhor modelo de gestão. Segundo ele, a iniciativa privada reúne condições para administrar o complexo com mais agilidade, ampliar a ocupação da Arena e fortalecer sua sustentabilidade financeira. As informações são do site Esporte MT.

Governo busca reduzir despesas

O Estado destina cerca de R$ 20 milhões por ano para manter a Arena Pantanal em funcionamento. Com a concessão, uma empresa assumirá a operação do estádio, organizará eventos, firmará contratos comerciais e buscará novas fontes de receita. O governo acredita que esse modelo diminuirá a necessidade de recursos públicos para custear o complexo esportivo.

Gestão privada deve ampliar calendário

O Executivo espera que a nova administração aumente a quantidade de jogos, shows, feiras, exposições e eventos corporativos realizados na Arena Pantanal. Pivetta afirmou que empresas privadas conseguem negociar com mais rapidez, captar investimentos e desenvolver estratégias comerciais que elevam a arrecadação e ampliam o uso do espaço durante todo o ano.

Estudos continuam em andamento

A equipe técnica analisa diferentes alternativas para viabilizar a transferência da gestão. O governo avalia modelos como concessão, parceria público-privada (PPP) e outros instrumentos previstos na legislação. O Executivo também pretende adotar a mesma estratégia em outros equipamentos públicos. O Parque Novo Mato Grosso faz parte desse planejamento. O Estado concluirá a construção do complexo e, posteriormente, avaliará a transferência da operação para a iniciativa privada. Enquanto isso, as equipes técnicas seguem os estudos e ainda não definiram o modelo definitivo nem o prazo para concluir o processo.

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