Facção usa Pix para movimentar dinheiro do tráfico e acaba desarticulada pela polícia; Veja vídeo

Notícias Vídeo principal

A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (30/3) a operação “Elos” e desmantelou um esquema ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que utilizava transferências via Pix para movimentar dinheiro do tráfico de drogas. A ação ocorreu em Itanhaém, no litoral de São Paulo, e resultou na prisão de seis pessoas envolvidas na organização criminosa.

Foto/ Vídeo: Reprodução/Polícia Civil

Estratégia digital para esconder valores

Os investigadores identificaram que o grupo priorizava pagamentos digitais para evitar o manuseio de dinheiro em espécie. Segundo o delegado Bruno Lázaro, os criminosos orientavam usuários a realizarem transferências via Pix como forma de dificultar o rastreamento e reduzir riscos durante abordagens policiais.

Estrutura hierárquica do grupo

A polícia apontou Vagner dos Santos, conhecido como “Lasanha”, como líder do esquema no bairro Oasis. Ele assumiu o comando após a prisão de outros integrantes em operações anteriores. Além dele, outros suspeitos com funções financeiras e operacionais também foram detidos durante a ação. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 500 mil vinculados aos investigados.

Esconderijos e empresa utilizada

Durante a operação, agentes localizaram drogas enterradas em tonéis em área de mata, uma estratégia para dificultar a descoberta do material ilícito. As investigações também revelaram que o grupo utilizava uma empresa do setor de pecuária e serviços agrícolas para ocultar patrimônio e dar aparência legal ao dinheiro obtido com o tráfico.

Crime organizado e novas táticas

A operação evidenciou como organizações criminosas vêm adotando métodos tecnológicos para ampliar suas atividades e dificultar ações policiais. As autoridades destacam que o combate ao crime exige monitoramento constante e estratégias modernas para acompanhar essas mudanças.

Perguntas e respostas:

Por que o Pix virou alvo de uso por criminosos?

Porque permite transferências rápidas, sem necessidade de dinheiro físico, o que reduz riscos imediatos.

Transações digitais podem ser rastreadas?

Sim, com autorização judicial, é possível identificar contas, valores e envolvidos.

Como funcionam empresas usadas por criminosos?

Elas simulam atividades legais para esconder a origem de recursos ilícitos.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional