A empresária e influenciadora amazonense Mirian Mônica da Silva Viana, conhecida como “Cavalona do Pó”, foi presa nesta quinta-feira (19/3) durante a Operação Resina Oculta, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Ela é apontada como peça-chave em um esquema nacional de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio de apostas clandestinas.
Foto/ Vídeo: Reprodução/Redes sociais
Presença nas redes sociais
Mirian acumulava mais de 50 mil seguidores no Instagram e exibia uma rotina de ostentação nas redes sociais. Segundo as investigações da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), a empresária mantinha viagens frequentes a destinos nacionais e internacionais, hospedagens em resorts de luxo e compartilhava fotos com biquínis que evidenciavam procedimentos estéticos caros. Por trás da imagem glamourosa, ela desempenhava papel central no esquema criminoso.
As publicações de Mirian construíam uma narrativa de sucesso e luxo, mas a Polícia Civil aponta que elas escondiam suas atividades ilegais. Em dezenas de vídeos e fotos, a influenciadora mostrava passeios em lanchas, hospedagens sofisticadas à beira-mar e viagens a destinos de clima frio, sempre cercada de cenários dignos de cartão-postal.
Estilo de vida ostentação
A rotina de ostentação incluía roupas de grife, eventos exclusivos e ambientes luxuosos, reforçando a percepção de riqueza e poder. Para as autoridades, esse estilo de vida luxuoso ajudava a camuflar as operações criminosas, enquanto ela continuava atuando na coordenação do tráfico e na lavagem de recursos provenientes das apostas clandestinas.
A prisão de Mirian faz parte de uma investigação maior, que busca desmantelar a rede criminosa e identificar outros envolvidos no esquema de drogas e apostas ilegais.
Perguntas e respostas:
A empresária e influenciadora amazonense Mirian Mônica da Silva Viana, a “Cavalona do Pó”.
Tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio de apostas clandestinas.
Exibia viagens, hospedagens em resorts de luxo, roupas de grife e procedimentos estéticos caros.
Desmantelar o esquema criminoso e identificar outros envolvidos no tráfico e na lavagem de dinheiro.



