Na última sexta-feira (29), Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, enfrentou vaias durante sua participação em um culto da Assembleia de Deus no Rio de Janeiro. O evento, que comemorava o centenário das igrejas da Assembleia de Deus no estado, ocorreu no ginásio do Maracanãzinho e atraiu uma grande audiência.
Cunha subiu ao palco após ser convidado e, inicialmente, recebeu alguns aplausos. No entanto, logo a plateia começou a vaiá-lo. Durante seu discurso, ele cumprimentou os presentes com “a gloriosa paz do nosso senhor e salvador Jesus Cristo”. Apesar disso, as vaias persistiram até o final de sua fala.
Declarações de Eduardo Cunha
Além disso, Cunha atribuiu as vaias a um grupo de pastores ligados ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), seu adversário político. Ele afirmou que “um grupo ligado aos Paes orquestrou a vaia”, embora ele também tenha mencionado que recebeu aplausos ao término de sua participação.
O evento celebrou o centenário da Assembleia de Deus, uma das maiores denominações evangélicas do Brasil, fundada em 1911. A comemoração incluiu cultos especiais e atividades que refletem a significativa influência da igreja na comunidade local.
Considerações finais
Apesar das controvérsias políticas, a celebração do centenário da Assembleia de Deus destaca a importância e a presença contínua da igreja na vida de milhões de brasileiros. A reação do público ao discurso de Cunha exemplifica como eventos religiosos podem se tornar palco para manifestações políticas e sociais.









