Eduardo Botelho nega rumores sobre ida ao TCE e reafirma foco na reeleição

Perrengue Mato Grosso

Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e filiado ao União Brasil, negou nesta quarta-feira (23) os rumores sobre uma possível indicação para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Botelho deixou claro que sua prioridade é a reeleição em 2026, descartando totalmente a ideia de deixar o legislativo para assumir uma vaga na Corte de Contas.

Botelho rejeita especulações sobre o TCE

Durante a entrevista, Botelho demonstrou indignação ao comentar os boatos. “Eu? Mas de onde tiraram isso? Esse meu nome no TCE nunca acaba”, afirmou, surpreso com a recorrência das especulações. Ele reforçou que permanecerá no cargo e focará em sua reeleição. “Vou continuar aqui e disputar a reeleição. Esse é o meu projeto, e não existe nenhuma conversa sobre TCE”, completou o deputado.

No entanto, essa não é a primeira vez que o nome de Botelho aparece relacionado ao TCE. Em 2020, ele e Max Russi (PSB) foram cotados para assumir a vaga do conselheiro Waldir Teis, afastado por suspeitas de corrupção. No entanto, Botelho não foi indicado, permanecendo na presidência da Assembleia Legislativa.

Cargos no TCE atraem atenção política

Os cargos de conselheiro do TCE são muito disputados, devido à vitaliciedade e aos altos salários, que podem ultrapassar R$ 100 mil com benefícios. O tribunal tem sete conselheiros, dos quais três são indicados pelo governador e quatro pela Assembleia Legislativa, conforme a Constituição Estadual. Dessa forma, as vagas costumam atrair grande interesse nos bastidores políticos.

Requisitos para conselheiro do TCE

Para ser indicado ao TCE, é necessário cumprir uma série de requisitos estabelecidos nas Constituições Federal e Estadual. Embora o cargo ofereça grandes vantagens, Botelho reafirmou que sua prioridade é o legislativo e que não tem intenção de concorrer a uma vaga no TCE, mantendo seu foco na reeleição para 2026.

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