Após o encerramento da 7ª rodada do Campeonato Mato-grossense 2026, o técnico Eduardo Barros analisou a vitória do Cuiabá sobre o Nova Mutum e foi direto ao apontar os desafios enfrentados pelo time neste início de temporada. O treinador reconheceu evolução coletiva, mas destacou erros defensivos que ainda colocam os resultados em risco.
Falhas coletivas e pouco tempo para corrigir
Segundo Barros, os gols sofridos têm origem em erros coletivos e estão ligados à falta de tempo para treinar. O calendário apertado limita o trabalho em campo, forçando a comissão técnica a recorrer a análises em vídeo e ajustes pontuais. Para o treinador, conceitos de jogo exigem repetição constante nos treinos, algo que ainda não foi possível nesta fase da competição.
Elenco jovem exige paciência
O comandante ressaltou que o Cuiabá passa por um processo claro de reconstrução. Apenas um titular da partida fazia parte da base do elenco anterior, o volante Kalé. A equipe atual é formada majoritariamente por jogadores jovens, muitos deles sub-23, que ainda estão se adaptando a novas funções e ao modelo de jogo proposto. Barros citou mudanças de posição e diferentes exigências táticas como fatores naturais nesse período de transição.
Calor e horário entram no debate
Outro ponto abordado foi o impacto do calor de Cuiabá e do horário das partidas. O técnico afirmou que jogos nesse contexto afetam a intensidade e a qualidade do espetáculo. Ainda assim, defendeu que o clube precisa transformar o clima em vantagem competitiva, especialmente pensando em competições futuras, nas quais adversários não estão habituados a essas condições.
Apesar de admitir que o time ainda está longe do nível ideal, Eduardo Barros avaliou como positiva a sequência recente de resultados, que recolocou o Cuiabá na zona de classificação. Para ele, o momento pede trabalho, ajustes e continuidade, sem espaço para poupar atletas.
Perguntas e respostas:
Não. O próprio técnico afirma que a equipe ainda está distante do ideal.
Erros coletivos, agravados pela falta de tempo para treinar.
Sim. Barros acredita que a adaptação pode transformar o clima em arma competitiva.
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