Drone revela imensidão de lavouras de algodão prontas para colheita em Sapezal; veja vídeo

Vovô de Olho Vídeo principal

Um enorme campo de algodão pronto para a colheita chamou a atenção após ser registrado por um drone em Sapezal. As imagens mostram uma extensa área tomada pelas plantações e destacam o contraste entre a produção agrícola e a paisagem natural de Mato Grosso.

Durante o registro, o responsável pelas imagens relata que precisou parar o carro diante da dimensão das lavouras. Segundo ele, há trechos na região onde motoristas percorrem entre 40 e 50 quilômetros acompanhando áreas cultivadas praticamente de forma contínua. Vista do alto, a plantação forma uma extensa faixa branca, comparada durante a gravação a um “mar de lavouras”.

Drone mostra dimensão das áreas cultivadas

De acordo com o relato feito no vídeo, a região registrada teria mais de 100 mil hectares contínuos de lavouras, distribuídos possivelmente entre diferentes propriedades.

As imagens aéreas ajudam a dimensionar a extensão das plantações ao redor de Sapezal. O responsável pelo vídeo também destaca a forte presença da produção de algodão na região.

Mato Grosso pode alcançar produtividade histórica

Mesmo com uma redução na área cultivada prevista para a safra 2025/26, Mato Grosso pode registrar a maior produtividade média de algodão por hectare de toda a série histórica do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Segundo o Relatório de Oferta e Demanda divulgado pelo instituto, a produtividade média está estimada em 315,33 arrobas por hectare. O resultado supera ligeiramente o recorde de 315,12 arrobas por hectare registrado na safra anterior.

Conforme o Imea, condições climáticas favoráveis durante o desenvolvimento das lavouras contribuíram para o desempenho e ajudaram a compensar parte das dificuldades enfrentadas pelos produtores no plantio.

Colheita envolve cuidados contra incêndios

Outro detalhe registrado pelo drone foi a presença de um caminhão-tanque acompanhando uma máquina durante a colheita. Conforme explicado no vídeo, o veículo permanece próximo devido ao risco de incêndio provocado por fagulhas ou atritos durante a operação.

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