Dupla é presa por matar catador com 40 facadas e ameaçar testemunha de morte; Veja vídeo

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Dois homens foram presos na manhã desta sexta-feira (10) por policiais civis da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP).

Os investigados foram apontados como responsáveis pelo assassinato de um jovem de 24 anos, ocorrido em 2023, em São Sebastião, no Distrito Federal.

A vítima, que trabalhava como catador de recicláveis, foi morta com 40 facadas, conforme as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

Prisões foram realizadas após avanço das investigações

As prisões foram efetuadas durante operação conduzida pela CHPP. Um dos investigados, de 25 anos, foi identificado como garçom e foi informado pela PCDF que não possuía antecedentes criminais registrados antes do caso.

Já o segundo investigado, de 26 anos, foi classificado pela investigação como de alta periculosidade. Um extenso histórico criminal por roubos e corrupção de menores foi atribuído a ele, além de condenações definitivas que somam 11 anos e seis meses de prisão.

Ainda segundo a PCDF, o benefício da progressão para o regime domiciliar havia sido concedido ao investigado em 22 de junho, menos de um mês antes da operação desta sexta-feira.

Ataque foi marcado por extrema violência

O crime foi registrado em julho de 2023. De acordo com a perícia, 40 facadas foram desferidas contra a vítima, atingindo regiões vitais como crânio, pescoço e tórax.

Diversas lesões de defesa também foram identificadas nos braços e nas mãos, indicando que uma tentativa de resistência ao ataque teria sido realizada antes da morte.

Conforme as investigações, a vítima foi surpreendida, encurralada nos fundos de uma casa e atacada em situação de completa impossibilidade de defesa.

Testemunha teria sido ameaçada de morte

Pela PCDF, foi informado que o crime teria sido presenciado por outras pessoas. A principal testemunha ocular teria sido abordada em via pública e graves ameaças de morte teriam sido feitas pelos autores.

Segundo a investigação, a testemunha teria sido avisada de que seria “o próximo” caso um depoimento fosse prestado.

Além disso, álibis falsos teriam sido criados de forma premeditada pela dupla, com o objetivo de desviar o foco das investigações.

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