Um acidente envolvendo o deputado estadual Dilmar Dal Bosco mobilizou atenção em Mato Grosso após o veículo em que ele estava colidir com uma anta na estrada rumo a Nova Maringá. O grupo seguia para agenda oficial na Câmara Municipal. Apesar do impacto, todos os ocupantes saíram ilesos.
O jornalista Juninho conduzia o veículo e Gabriel, genro do parlamentar, acompanhava a viagem. A anta invadiu a pista de forma repentina, e o motorista não conseguiu evitar a colisão. O impacto danificou o carro, conforme imagens divulgadas após o ocorrido.
O episódio ganhou repercussão após o próprio deputado relatar o caso nas redes sociais. O acidente reforça um problema recorrente nas rodovias estaduais: a travessia de animais silvestres em trechos sem sinalização adequada.
Presença de animais silvestres aumenta risco nas rodovias
Motoristas enfrentam risco constante de acidentes com animais de grande porte em Mato Grosso. Antas, capivaras e veados cruzam rodovias com frequência, principalmente em regiões próximas a áreas de mata e expansão agrícola.
A ausência de sinalização e de estruturas como passagens de fauna contribui diretamente para os acidentes. Órgãos públicos ainda avançam lentamente na implantação de medidas preventivas, o que mantém motoristas expostos ao perigo.
Deputado descreve susto e destaca livramento após colisão
Dilmar Dal Bosco descreveu o momento como repentino e tenso. Ele afirmou que a anta surgiu na pista sem dar chance de reação ao motorista. O grupo enfrentou um forte impacto, mas saiu sem ferimentos.
O parlamentar publicou mensagem nas redes sociais e atribuiu o desfecho à proteção espiritual. Ele destacou o sentimento de livramento diante de uma situação com potencial de tragédia.
O relato humaniza o episódio e aproxima o leitor da experiência vivida. Ao mesmo tempo, o caso evidencia um risco coletivo enfrentado por quem trafega pelas rodovias do estado.
Reduza a velocidade imediatamente, mantenha distância e evite manobras bruscas. Acione autoridades se houver risco.
Não, quando ocorre de forma acidental. A lei pune apenas caça, perseguição ou omissão de socorro.
Eles buscam alimento, água ou atravessam áreas fragmentadas pelo avanço humano sobre o habitat natural.


