O deputado Abílio Brunini se pronunciou em resposta às críticas recebidas por seu apoio à polêmica “PL do Aborto”. Utilizando suas redes sociais, ele defendeu sua posição e esclareceu pontos que, segundo ele, foram mal interpretados ou distorcidos.
Primeiramente, Abílio Brunini questionou se os críticos realmente leram o projeto antes de fazerem suas acusações. Ele destacou que menores de idade são considerados inimputáveis pela legislação brasileira. Portanto, não há crianças presas no contexto da PL do Aborto. “Você leu o projeto? Menor de idade é inimputável, não existe criança presa nesse processo”, afirmou o deputado.
Além disso, Brunini explicou que, desde 2020, a necessidade de intervenção judicial só ocorre após cinco meses de gestação. Ele enfatizou que a legislação atual já simplifica o processo, reduzindo a burocracia. “Desde 2020 acabou essa burocracia com o judiciário. Só vai buscar o judiciário depois de 5 meses de gestação”, explicou.
Ademais, o deputado criticou a disseminação de informações falsas sobre o projeto, apelando para que a população pare de acreditar em fake news. “Então, vamos parar de acreditar em fake news”, disse Brunini, em uma tentativa de esclarecer os equívocos que circulam sobre a proposta.
Posteriormente, Abílio Brunini direcionou sua resposta à senadora Margareth Buzetti e às deputadas Janaina Riva e Gisela Simona, que criticaram publicamente sua posição. Ele reafirmou seu compromisso com a aprovação de projetos que salvam vidas e criticou a esquerda, acusando-a de proteger criminosos. “Se eu tenho mais o que fazer? Tenho sim, aprovar projetos que salvam vidas. Sobre o projeto que aumentaram a pena para o criminoso, só a esquerda parar de proteger bandido que estamos prontos para aprovar”, concluiu.
Conclusão
Portanto, Abílio Brunini, ao responder às críticas, busca esclarecer os pontos controversos da “PL do Aborto” e reafirma seu compromisso com a segurança e bem-estar da população. O deputado defende que o projeto é essencial para a proteção de vidas e combate às fake news que distorcem a verdade sobre a proposta legislativa.









