O Cuiabá surpreendeu ao anunciar a rescisão de contrato com o goleiro Guilherme Nogueira a poucos dias do encerramento da Série B. O jogador de 26 anos, emprestado pelo Capivariano desde abril, disputou apenas seis partidas com a camisa do Dourado e perdeu espaço com a chegada de Luan Polli. A decisão levanta questionamentos sobre a gestão do elenco na reta final da temporada.
Guilherme saiu do protagonismo para a reserva
Após a lesão de Mateus Pasinato, Guilherme assumiu temporariamente a titularidade e superou Arthur Bittencourt na disputa interna. No entanto, o cenário mudou com a chegada de Luan Polli, que assumiu a meta com segurança e boa performance. Com isso, Guilherme perdeu espaço e deixou de ser opção para a comissão técnica.
Passagem marcada por oportunidades pontuais
Revelado pela Ponte Preta, Guilherme passou também por Inter de Limeira e Linense, e viveu bom momento no Capivariano, onde conquistou a Série A2 do Paulista. No Cuiabá, teve uma sequência curta, sem comprometer, mas também sem se firmar. A rescisão antecipa o fim do vínculo que se encerraria naturalmente com o término da Série B.
Situação do gol do Cuiabá para 2026 começa a se definir
Com a saída de Guilherme Nogueira e a indefinição sobre Arthur Bittencourt — que enfrenta um imbróglio judicial com o clube —, o Cuiabá encerra a temporada com Luan Polli como titular absoluto. Mateus Pasinato, recuperado de lesão, voltou aos treinos nesta semana e deve disputar posição na próxima temporada.
Perguntas e respostas:
O goleiro perdeu espaço com a chegada de Luan Polli e saiu dos planos da comissão técnica.
Ele atuou em seis partidas desde abril.
Luan Polli larga na frente, mas Pasinato pode disputar a vaga após se recuperar da lesão.



