Cuiabá desmonta elenco e aposta na base para voltar à Série A em 2026

O Cuiabá iniciou uma reformulação radical para a temporada de 2026. O presidente Cristiano Dresch confirmou que o clube vai liberar cerca de 80% do elenco atual. A diretoria estabeleceu duas metas claras: equilibrar as finanças e garantir o retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.

Cuiabá vende atletas para gerar receita e aliviar folha salarial

A diretoria colocou à venda jogadores considerados valiosos no mercado. O lateral Mateusinho, de 27 anos, já atraiu propostas da Série A após integrar a seleção da Série B. O clube trata a venda como prioridade. O volante Denilson, de 24 anos, despertou interesse de Corinthians, Fortaleza e equipes do exterior. O Cuiabá recusou ofertas iniciais, mas decidiu negociar o atleta para aproveitar a valorização.

Max e Derik Lacerda também entram na lista de saídas. Com contratos até 2028, os dois receberam sondagens e devem deixar o clube nas próximas semanas. A diretoria quer transformar esses ativos em recursos para a reconstrução do elenco.

Presidente do Cuiabá cobra dívidas e pressiona a CBF

Cristiano Dresch manteve o tom firme durante o ano. O presidente cobrou publicamente clubes como Grêmio, Santos e Atlético-MG por dívidas em aberto. Ele criticou a lentidão da CBF e exigiu que a entidade fortaleça a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para agilizar os processos.

Cuiabá promove jovens e forma novo ciclo com a base

O clube decidiu investir nas categorias de base para montar um elenco competitivo e financeiramente sustentável. A diretoria aposta em nomes como David, Calebe, Gabriel Mineiro, Nathan Cruz e Victor Barbara. O Cuiabá pretende desenvolver esses atletas ao longo do ano e usá-los como base de um novo ciclo.

Perguntas e respostas:

Cuiabá vai manter o nível técnico com tantos jovens?

Vai depender do desempenho dos jovens e da chegada de reforços.

A diretoria vende atletas por necessidade ou por estratégia?

A diretoria busca equilibrar as contas sem abrir mão de oportunidades.

A pressão sobre a CBF pode surtir efeito em 2026?

A cobrança pode gerar avanços, mas exige ação firme da entidade.

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