O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou publicamente sua insatisfação com o serviço de coleta de lixo prestado pela Locar Saneamento Ambiental. Durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (21), Brunini destacou problemas contínuos na operação da empresa e afirmou que o contrato poderá ser rompido caso a situação não melhore nos próximos dias.
Cuiabá cobra por soluções e Abilio ameaça: Locar pode perder contrato; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) January 21, 2025
📽️Midia News pic.twitter.com/gv3WpngvNa
“Eu também estou muito descontente com a coleta. A gente só está seguindo o rito processual porque, se não seguirmos, o rompimento unilateral gera multa e processos para a gente”, explicou o prefeito. Ele reafirmou que os procedimentos legais estão sendo tomados, mas deixou claro que, caso os serviços não sejam normalizados, o encerramento do contrato será o próximo passo.
Expansão da frota e novos prazos
Mesmo após a Prefeitura notificar a Locar na semana passada, moradores de diferentes regiões de Cuiabá continuam enfrentando problemas com o acúmulo de lixo. Segundo a gestão municipal, a empresa ainda não conseguiu ampliar sua frota para atender a demanda da capital.
A Locar, por sua vez, informou que já iniciou a aquisição de novos caminhões compactadores de resíduos sólidos. Cinco veículos chegaram na última sexta-feira (17), e outros devem ser entregues nos próximos 180 dias. Atualmente, 33 caminhões estão operando, com 27 em atividade simultânea por turno, distribuídos entre os períodos diurno e noturno.
Prefeito mantém tom firme
Enquanto aguarda resultados, Brunini reforçou que o descontentamento é grande e que a administração não hesitará em tomar medidas drásticas se os problemas persistirem. “Se continuar desse jeito, é um passo para o rompimento de contrato”, enfatizou.
A situação segue sendo monitorada, e os moradores esperam que as medidas anunciadas pela empresa tragam resultados concretos.
A empresa adquiriu novos caminhões compactadores e prometeu melhorias nos próximos 180 dias.
Ele explicou que é necessário seguir o rito processual para evitar multas e ações judiciais contra a Prefeitura.
Embora um prazo exato não tenha sido divulgado, a gestão monitora os resultados semanalmente e pode agir a qualquer momento.









