O Cuiabá oficializou a renovação de contrato de Eduardo Barros para a temporada de 2026 e manteve os auxiliares Felipe Moreira e Gustavo Almeida à frente da comissão técnica. Barros havia chegado ao clube como auxiliar no meio da temporada, passou a comandar a equipe na Série B e encerrou o ano na posição de técnico efetivo.
Continuidade em foco
A diretoria do Cuiabá analisou a campanha de 2025 e enxergou desempenho consistente sob o comando de Eduardo Barros. O time disputou 17 jogos, venceu cinco partidas, empatou oito duelos e perdeu quatro confrontos. A equipe marcou 19 gols e sofreu 20. Esses números convenceram a diretoria a renovar o contrato do treinador e manter a confiança no perfil profissional dele para liderar o clube nos próximos desafios. O Cuiabá também manteve a comissão técnica e reforçou o plano de trabalho para o novo ciclo.
Desafios à vista
Para 2026 o Cuiabá terá um calendário robusto: Campeonato Mato-Grossense, Copa Verde, Copa do Brasil e a sequência na Série B nacional. Barros precisa criar um time que equilibre transição e competitividade para não apenas disputar, mas conquistar objetivos maiores. Seu estilo, que privilegia posse de bola e controle de jogo — conforme experiências anteriores — terá de se adequar à Série B, onde intensidade, verticalidade e eficiência saem na frente.
A aposta no perfil e no ambiente
Mais do que resultados imediatos, a diretoria valorizou o ambiente interno, o comportamento do técnico, e a coesão da equipe técnica como fatores decisivos para a continuidade. Barros acumulou passagens relevantes como auxiliar ao lado de nomes como Fernando Diniz e dirigiu o Amazonas antes de chegar ao Cuiabá. O contexto do clube de Mato Grosso, acostumado a mudanças técnicas, agora busca estabilidade como aliada da performance.
Perguntas frequentes:
O Campeonato Mato-Grossense, com início previsto para 11 de janeiro, abre o calendário de 2026.
Porque a comissão que encerrou 2025 mostrou coesão e adequação ao projeto e foi considerada parte da estrutura que se deseja preservar.
Ele precisa equilibrar o jogo de posse com maior verticalidade, objetividade ofensiva e adaptação às exigências mais físicas e de resultado da competição.




