Na noite do último sábado (15), dez homens armados invadiram a 60ª Delegacia de Polícia (DP) em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O grupo tentou resgatar Rodolfo Manhães Viana, conhecido como “Rato”, de 34 anos, apontado como chefe do tráfico na favela Vai Quem Quer. No entanto, antes da ação criminosa, a polícia já havia transferido Viana e seu segurança, Wesley de Souza Espírito Santo, para outra unidade.
Cr1m1n0s0s at4c4r4m delegaci4 para tent4r resgat4r tr4f1c4nt3 pic.twitter.com/2znlanEseo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 16, 2025
Tiroteio deixa policiais feridos
Assim que os criminosos chegaram ao local, eles abriram fogo contra a delegacia, iniciando um intenso tiroteio que durou aproximadamente dez minutos. Como resultado do confronto, dois policiais ficaram feridos. Apesar dos ferimentos, ambos foram socorridos rapidamente e não correm risco de vida.
Criminosos aproveitam o caos e detentos fogem
Enquanto a troca de tiros acontecia, três detentos que estavam na carceragem aproveitaram a confusão para fugir. Diante disso, a polícia iniciou buscas imediatamente para recapturá-los. Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre o paradeiro dos fugitivos.
Polícia investiga autores do ataque
Agora, as investigações seguem para identificar os responsáveis pelo ataque. Para isso, a polícia analisa imagens de câmeras de segurança e colhe depoimentos de testemunhas. Além disso, os investigadores apuram se houve algum tipo de facilitação interna para a fuga dos presos.
Segurança na região será reforçada
Diante do ocorrido, a Secretaria de Segurança Pública anunciou medidas para aumentar o patrulhamento e reforçar a segurança nas delegacias da região. O ataque, por sua vez, reacendeu o debate sobre a vulnerabilidade de unidades policiais em áreas dominadas pelo crime organizado.
Por fim, a polícia segue empenhada na captura dos criminosos que participaram da ação e na recaptura dos detentos que fugiram durante o ataque.
Perguntas frequentes
Os criminosos agiram de forma coordenada e chegaram fortemente armados à 60ª Delegacia de Polícia (DP), na Baixada Fluminense.
As forças de segurança intensificaram as buscas e analisam imagens de câmeras de segurança para identificar os criminosos envolvidos.
Especialistas apontam que ataques a delegacias e tentativas de resgate de traficantes presos têm se tornado mais ousados no Brasil.



