O cortejo de Preta Gil transformou as ruas do Rio de Janeiro em um cenário de comoção e reverência. A cantora Preta Gil, morreu aos 50 anos no domingo último (20), foi velada no Theatro Municipal nesta sexta-feira (25).
Veja vídeo:
Rio de Janeiro se despede de Preta Gil
Pouco antes das 15h, bombeiros, profissionais e o músico Carlinhos Brown carregaram o caixão da artista, sob aplausos e gritos de “Preta, eu te amo”. O corpo seguiu em cortejo sobre um caminhão do Corpo de Bombeiros rumo à cerimônia de cremação. Do lado de fora, fãs soltaram balões vermelhos em formato de coração como forma de homenagem simbólica. O gesto coletivo emocionou todos que acompanhavam a despedida, reforçando o impacto cultural e humano de Preta Gil no Brasil.
Gominho fala sobre o luto
No Cemitério e Crematório da Penitência, na Zona Portuária do Rio, o apresentador Gominho conversou com jornalistas e compartilhou reflexões sobre o luto. Segundo ele, a convivência com Preta durante a batalha contra o câncer lhe deu tempo para processar a despedida. “Eu venho vivendo um luto vivo. Foram três anos ao lado dela nessa batalha”, declarou.
Gominho também destacou a força de Sandra Gadelha, mãe de Preta. “Todo mundo ficou preocupado com ela, mas ela acolheu a todos. É uma mulher muito sábia”, afirmou. O apresentador lembrou que viveu com Sandra após retornar de Nova York e descreveu Gilberto Gil como sereno e firme.
Uma entusiasta do ser humano
Ao definir Preta Gil, Gominho foi direto: “Ela era uma entusiasta do ser humano”. Ele relembrou como a cantora sabia motivar e transformar quem estivesse ao seu redor. A emoção, o carinho e o respeito marcaram o adeus à artista, que deixou um legado de autenticidade, coragem e amor pela vida.
Perguntas frequentes:
Nas ruas do Rio de Janeiro, após o velório no Theatro Municipal.
Ela surpreendeu todos com força e sabedoria, acolhendo os familiares e amigos.
Bombeiros, profissionais e Carlinhos Brown.



