Corpo de homem é encontrado preso em galhos às margens do Rio Coxipó, em Cuiabá; veja vídeo

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A Polícia Civil encontrou o corpo de um homem ainda não identificado na manhã desta terça-feira (21), às margens do Rio Coxipó, na região do Contorno Leste, próximo ao bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. A descoberta mobilizou investigadores e peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). As autoridades ainda não esclareceram as circunstâncias da morte e mantêm as investigações em andamento.

O novo registro ocorreu menos de 24 horas após outra ocorrência semelhante na capital mato-grossense. Mesmo com a proximidade entre os casos, a Polícia Civil afirmou que ainda não encontrou qualquer elemento que indique ligação entre as duas mortes. Os investigadores aguardam os laudos periciais para esclarecer o que aconteceu.

Polícia Civil concentra esforços na identificação da vítima

A Polícia Civil isolou a área logo após localizar o corpo e acionou a Politec para realizar os exames periciais. Os peritos analisaram o local, coletaram vestígios e iniciaram os procedimentos para identificar a vítima.

Ao mesmo tempo, os investigadores buscam testemunhas, verificam informações recebidas e tentam localizar familiares do homem. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia reconhecido oficialmente a vítima.

Além disso, a equipe responsável pelo caso trabalha para descobrir se alguém participou da morte ou se outro fator provocou o óbito. Os exames técnicos deverão responder essas questões nos próximos dias.

Caso acontece um dia após resgate de corpo no Rio Cuiabá

Na segunda-feira (20), o Corpo de Bombeiros retirou do Rio Cuiabá o corpo de João Vitor Oliveira da Silva, de 21 anos, depois que populares avistaram a vítima boiando e acionaram as equipes de resgate.

Segundo a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), João Vitor utilizava tornozeleira eletrônica. Os primeiros exames identificaram sinais compatíveis com afogamento, além de lesões na face e na orelha.

Mesmo diante da sequência das ocorrências, a Polícia Civil descartou, até este momento, qualquer evidência que conecte os dois casos. Os investigadores conduzem cada inquérito de forma independente.

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