Na manhã desta segunda-feira (02), o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), por meio da 3ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (3ª CIBM), encontrou o corpo de Edson Pereira dos Santos, de 47 anos, que desapareceu na noite de sábado no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra.
Edson navegava pelo rio quando a embarcação virou. Ele não conseguiu retornar à superfície e submergiu. Familiares acionaram o resgate ainda na noite do acidente.
Bombeiros intensificam buscas no fim de semana
As equipes iniciaram as buscas imediatamente após o chamado. No domingo, mergulhadores e militares especializados em salvamento aquático percorreram diversos pontos do Rio Sepotuba. Eles concentraram esforços em áreas com maior profundidade e correnteza.
Durante todo o domingo, os bombeiros vasculharam trechos estratégicos do rio, mas não localizaram nem a vítima nem a embarcação. A corporação manteve as buscas de forma contínua.
Na manhã desta segunda-feira, equipes que atuavam na operação avistaram o corpo boiando nas águas do Sepotuba. Os militares realizaram a retirada e adotaram os procedimentos legais. A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do acidente.
Rio Sepotuba exige atenção redobrada
Moradores e turistas utilizam o Rio Sepotuba com frequência para pesca e lazer. O rio corta a região médio-norte de Mato Grosso e apresenta trechos com variações bruscas de profundidade, além de correntezas intensas, principalmente no período chuvoso.
Nesta época do ano, o aumento do volume de água altera o comportamento do rio. A força da correnteza cresce e encobre obstáculos submersos, como galhadas e bancos de areia. Esses fatores elevam o risco de acidentes, especialmente quando condutores não utilizam equipamentos de segurança.
Perguntas frequentes
A embarcação em que Edson estava virou durante a navegação, e ele não conseguiu sair da água.
As equipes localizaram o corpo na manhã de segunda-feira, após buscas intensas durante todo o domingo.
Sim. O rio apresenta trechos com correnteza forte e variações de profundidade, especialmente no período de cheia, o que aumenta o risco de acidentes.


