Comunidade de Jangada denuncia ponte precária usada por ônibus escolares; veja vídeo

Vídeo

Moradores de Jangada denunciam que uma ponte na zona rural permanece em condição crítica e coloca em risco quem depende da travessia diariamente. A estrutura serve de passagem para ônibus escolares, veículos de entrega e produtores, o que amplia a preocupação com acidentes e interrupções no deslocamento. Em vídeo divulgado por uma moradora, a câmera mostra tábuas soltas, vãos expostos e pontos de apodrecimento, enquanto a comunidade relata que espera uma solução há anos. “Entra gestão, sai gestão e é só promessa de arrumar”, desabafou uma residente da comunidade.

Ponte em condição crítica preocupa famílias

Moradores descrevem a ponte como um ponto de gargalo para serviços básicos, já que ambulâncias, transporte escolar e caminhões usam a via com frequência. Relatos indicam que motoristas reduzem drasticamente a velocidade, observam cada tábua antes de avançar e evitam a travessia em dias de chuva, quando a madeira escorrega e o risco de ruptura aumenta. Agricultores relatam prejuízos com atrasos na escoação da produção e temem ficar isolados caso a estrutura ceda.

Ônibus escolares ampliam o risco diário

A comunidade afirma que ônibus com crianças cruzam o trecho todas as manhãs e tardes, o que intensifica a urgência por reparos. Pais dizem que monitoram horários, acompanham o trajeto e cobram rotas alternativas, enquanto motoristas alegam que ajustam a condução para reduzir impactos. A travessia com estudantes traz responsabilidade adicional e exige manutenção imediata, porque pequenos deslocamentos da estrutura podem provocar incidentes mesmo em baixa velocidade.

Comunidade cobra transparência e prazos

Moradores pedem que a prefeitura apresente laudo técnico, cronograma de obra e fonte de custeio, com etapas claras de intervenção. Lideranças locais sugerem soluções provisórias, como reforço emergencial e sinalização com limite de carga, enquanto técnicos avaliam que a substituição integral costuma oferecer melhor custo-benefício quando a madeira atinge desgaste avançado. A comunidade quer comunicação contínua, atualização sobre licitações e presença de equipes no local, para que a ponte volte a operar com segurança e garanta circulação de alunos, profissionais de saúde e produtores.

O que está em jogo para a região

A ponte conecta propriedades rurais a serviços urbanos e cumpre papel estratégico para o transporte escolar e para a economia local. A demora na intervenção pressiona famílias, encarece fretes e limita o acesso a consultas médicas. Ao cobrar providências, a comunidade busca reduzir riscos e assegurar direitos básicos de mobilidade, com uma solução definitiva que proteja crianças e preserve a rotina de quem vive e trabalha no campo.

Perguntas frequentes:

Quem usa a ponte todos os dias?

Moradores, produtores, ônibus escolares, ambulâncias e veículos de serviço.

Qual é o principal risco apontado?

A deterioração da madeira, que aumenta a chance de acidentes e interdições.

O que a comunidade pede agora?

Laudo técnico, cronograma de obra, reforço emergencial e transparência nos prazos.

Amanda Almeida

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