A rotatória do Zero KM, em Várzea Grande, já não representa apenas um ponto de trânsito intenso. Ela se transformou em um cenário de acidentes quase diários. No dia 2 de julho, uma motocicleta atropelou uma senhora, ainda não identificada, e a arremessou a 12 metros de distância. O impacto causou traumatismo grave. Ela entrou em coma e só recuperou a consciência na sexta-feira, três dias depois.
Comerciantes d3nunci4m r1sc0 diário no Zero KM após atr0pel4ment0 de ped3str3 em Várzea Grande; veja vídeo pic.twitter.com/qGyNVo681T
— Perrengue2 (@perrengue2025) July 25, 2025
Os moradores e comerciantes afirmam que a prefeitura de Várzea Grande ignora os pedidos por medidas de segurança. Mesmo após o atropelamento, nenhuma autoridade compareceu ao local para investigar ou anunciar providências.
Comerciantes relatam acidentes todos os dias
Os comerciantes da região denunciam uma realidade alarmante. “A gente pede ajuda há meses. Só vieram aqui para repintar a pista. Nem faixa de pedestre colocaram”, relata um lojista. Segundo ele, a cada novo recapeamento, os operários nivelam o asfalto e destroem os redutores de velocidade. Ninguém recompõe as lombadas depois.
“Tem dia que acontece dois ou três acidentes. Já virou rotina. A gente só corre para socorrer, porque o poder público não aparece”, acrescenta outro comerciante, que pediu anonimato.
Eles exigem a instalação urgente de faixas elevadas de pedestres, lombadas reais — não só pintadas — e sinalização mais visível. Todos afirmam já terem protocolado ofícios e registrado denúncias, mas a prefeitura nunca respondeu.
Região exige resposta antes que vidas se percam
O Zero KM concentra tráfego intenso, comércio ativo e circulação constante de pedestres, incluindo crianças e idosos. A falta de estrutura adequada transforma o local em armadilha urbana. Comerciantes, motoristas e pedestres convivem com o medo. A ausência de sinalização, redutores eficazes e fiscalização coloca a vida da população em risco.
Perguntas frequentes
Motoristas aceleram sem controle, e a prefeitura ignora os pedidos por faixas elevadas e sinalização segura.
Um motociclista a atropelou no dia 2 de julho e a lançou a 12 metros; ela entrou em coma e só despertou três dias depois.
Não. A prefeitura evitou intervenções e deixou a população sem resposta.




