A comerciante Liliana Siqueira, proprietária da Cantina do Gaúcho, denunciou um possível calote da Prefeitura de Rosário Oeste, que teria deixado de pagar R$ 2.000,00 por refeições fornecidas.
O caso viralizou gerou polêmica, pois, segundo Liliana, o chefe de gabinete, Alexandre Bauxi, teria autorizado a entrega das refeições e garantido que a nota fiscal seria empenhada. Contudo, até o momento, o pagamento não foi realizado.
Compromisso não cumprido
De acordo com Liliana, a negociação foi feita de forma simples e direta. O chefe de gabinete da prefeitura teria autorizado a entrega das refeições e assegurado que o pagamento seria regularizado posteriormente.
A confiança na promessa fez com que Liliana entregasse as refeições sem cobrar antecipadamente, emitindo a nota fiscal na expectativa de que o valor seria quitado em breve. No entanto, mesmo após o fornecimento do serviço, a dívida permanece sem solução.
Falta de comunicação intensifica indignação
Após a entrega das refeições, Liliana tentou diversas vezes obter respostas da prefeitura sobre o status do pagamento, mas, até agora, sem sucesso.
A comerciante relata que a falta de comunicação e a ausência de um posicionamento claro da administração municipal aumentaram a frustração com a situação.
Comerciante segue aguardando
O caso de Liliana não é isolado. Comerciantes de diversas áreas têm relatado dificuldades semelhantes com a prefeitura de Rosário Oeste, que alegam falta de clareza e atraso nos pagamentos pelos serviços prestados.
A comerciante segue aguardando uma solução, sem previsão de quando o pagamento será efetuado.
A prefeitura deve cumprir os prazos legais de pagamento previstos em contratos ou acordos, e o atraso pode gerar juros e ações legais.
Se a dívida não for paga, o município pode ser processado.
Sim, a prefeitura pode consumir serviços de restaurantes, mas apenas seguindo rigorosas regras legais.








