Comerciante espancado no centro de BH cita covardia e revela que correntinha custou R$ 15; veja vídeo

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Quatro assaltantes surpreenderam um comerciante de 56 anos na movimentada Avenida Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte. O ataque aconteceu em plena luz do dia, próximo à rua da Bahia, e foi registrado por câmeras de segurança. De forma repentina, os criminosos abordaram a vítima com gritos de intimidação. Em seguida, desferiram socos e puxões, sem dar chance de reação. Como resultado, levaram seu celular e uma corrente de aço cirúrgico.

Corrente de R$15 e valor sentimental acentuam o absurdo do crime

Embora os agressores acreditassem que a corrente fosse de ouro, a peça custava apenas R$15 e havia sido comprada em uma feira de Aparecida do Norte (SP). Conforme relatado pelo comerciante, a joia tinha valor emocional, por ser uma lembrança adquirida em uma viagem de fé. Além disso, mesmo após o roubo, um dos bandidos retornou para continuar as agressões. Segundo a vítima, o criminoso queria também seus tênis e se mostrou ainda mais violento por ter se machucado ao cair durante o crime. “Ele ficou descontrolado e me chutava no braço. Já tinham levado tudo, mas ele quis mais”, afirmou o comerciante.

Ação rápida da polícia não elimina o medo da vítima

Logo após a divulgação das imagens, a Polícia Militar conseguiu prender dois dos quatro suspeitos. Além disso, os policiais recuperaram os objetos roubados, incluindo a corrente e o celular. Apesar do atendimento no Hospital Odilon Behrens não ter identificado ferimentos graves, o trauma psicológico permanece. “Me sinto inseguro. Tenho medo de voltar para o Centro”, confessou o comerciante. Por fim, o caso levanta um alerta sobre a escalada da violência nas grandes cidades.

Perguntas frequentes

O que motiva tanta violência por um objeto de baixo valor?

Em muitos casos, o valor simbólico é ignorado diante da ânsia criminosa por qualquer bem.

Por que criminosos continuam agredindo mesmo após o roubo?

O comportamento violento pode revelar ódio acumulado ou desprezo pela vida alheia.

Como o cidadão pode se proteger diante de tamanha insegurança?

Embora a polícia atue, a segurança real exige políticas públicas eficazes e duradouras.

Lucas

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