O Cuiabá Esporte Clube celebrou nesta semana seus 24 anos de fundação com um vídeo especial que homenageia personagens anônimos e protagonistas da trajetória do Dourado. Da escolinha ao acesso à Série A, o clube relembra conquistas, obstáculos e histórias humanas que ajudaram a moldar o crescimento do time mais bem-sucedido do futebol mato-grossense nos últimos anos.
Do campinho de pedra à elite nacional
A fundação do clube em 2001 surgiu da necessidade de dar identidade a jovens atletas que jogavam com uniformes de outros clubes. Gerson Wellington, um dos fundadores, lembra que a ideia partiu do Gaúcho e dos irmãos Genésio e William Neponuceno, que queriam um projeto próprio. O primeiro título veio em 2003, logo na estreia no Campeonato Mato-grossense.
Após um período de paralisação em 2007, o clube foi adquirido pela família Dresch, que transformou o Cuiabá em um projeto profissional. Em pouco tempo, o time voltou à primeira divisão estadual, venceu a Copa Verde de 2015 — na histórica “virada sobre o Remo” — e chegou à Série A do Brasileirão, onde permaneceu por quatro temporadas.
Gente que fez o clube crescer
O vídeo comemorativo reúne vozes emocionadas de funcionários como Dona Maria, cozinheira desde 2013, e o porteiro Zé Maria, que viu o clube subir da Série C à elite. Há também espaço para ídolos como o volante Boge, que participou de acessos históricos, e o goleiro Walter, que destaca o empate contra o Palmeiras em 2022 como um jogo marcante para a permanência na Série A.
Torcida raiz, estrutura de ponta
Carlos, torcedor da Fúria Auriverde, relembra os tempos difíceis, quando o clube jogava para arquibancadas vazias às 10h da manhã. Hoje, ele se emociona ao ver o Centro de Treinamento do Dourado comparado a estruturas europeias. “É um orgulho ver onde chegamos”, resume.
Perguntas e respostas:
O clube conquistou o Campeonato Mato-grossense logo na sua estreia, em 2003.
O Gaúcho, Genésio Neponuceno e William Neponuceno idealizaram e fundaram o clube.
A conquista da Copa Verde em 2015 ficou conhecida como o “milagre do Pantanal” após a virada sobre o Remo.



