A influenciadora e professora Cíntia Chagas voltou a abordar publicamente seu divórcio do deputado Lucas Bove, a quem acusou de violência doméstica. Durante uma participação recente no podcast Os Nagle, apresentado por Leda e Duda Nagle, um trecho de sua entrevista rapidamente viralizou nas redes sociais. Ela explicou que seu ex-marido era “viciado” em agredi-la, mas enfatizou que não deseja ser vista como uma “mártir”.
Cíntia explica que o divórcio foi uma necessidade
Cíntia deixou claro, durante a entrevista, que sua separação não foi uma escolha fácil, mas uma medida necessária. “Eu não queria me separar, eu precisei me separar. Precisei pedir o divórcio”, afirmou. A professora, que sempre valorizou sua vida profissional, destacou que a situação que levou ao fim de seu casamento foi extremamente grave. Portanto, ela não teve outra alternativa senão seguir em frente com o pedido de divórcio, mesmo contra sua vontade inicial.
Casamento interrompido após circunstâncias graves
Além disso, Cíntia relatou o impacto emocional causado pela separação, destacando que o casamento, inicialmente cheio de expectativas, foi interrompido por acontecimentos graves. “Qual mulher se casa, com todo aquele floreio com que eu casei? Qual mulher assume tão publicamente o amor que tem por um homem e, três meses depois, se separa? Algo muito grave aconteceu”, desabafou. Dessa forma, Cíntia trouxe à tona a discrepância entre as promessas do casamento e a dura realidade que a obrigou a pedir o divórcio.
Cíntia rejeita ser vista como “mártir”
Apesar da gravidade das acusações e das repercussões, Cíntia deixou claro que não quer ser vista como uma vítima. “Eu não quero me tornar uma mártir. Cheguei até aqui única e exclusivamente pelo meu trabalho. Nunca me envolvi em escândalos pessoais e não vejo motivo para fazer do meu divórcio um escândalo”, declarou. Assim, ela reafirmou que seu foco continua sendo suas conquistas profissionais, recusando qualquer rótulo que desvie a atenção de sua trajetória de sucesso.
A partir das declarações de Cíntia, o debate sobre a violência doméstica ganhou ainda mais relevância, destacando a importância de dar voz às vítimas que denunciam esse tipo de abuso. Além disso, o caso também trouxe à tona a dificuldade enfrentada por figuras públicas, que precisam equilibrar suas vidas pessoais e a constante exposição nos meios de comunicação.









