Ciclista quase perde o braço ao ser atropelado por ônibus; veja vídeo

Notícias Vídeo principal

Joilson da Paixão Pereira, de 32 anos, viveu momentos de desespero após ser atropelado na tarde da última sexta-feira (17), no bairro Arapoanga, em Planaltina. O homem havia acabado de sair de uma padaria quando um ônibus da linha 0.66.6 (Rod. Planaltina Arapoanga / Buritis) o atingiu em cheio. O impacto foi tão forte que ele quase perdeu o braço esquerdo, sendo levado às pressas para o Hospital Regional de Planaltina.

Câmeras registraram o momento do impacto

Logo após sair do estabelecimento, Joilson tentou atravessar a rua e acabou preso na porta lateral do coletivo. Em seguida, perdeu o equilíbrio e caiu. O veículo o arrastou por alguns metros, atingindo o braço esquerdo e parte da cabeça. Imediatamente, pedestres que presenciaram o acidente correram até ele, retiraram-no da pista e chamaram uma ambulância. Poucos minutos depois, equipes do Samu chegaram ao local e o encaminharam ao hospital, onde os médicos realizaram uma cirurgia para salvar a mão. Apesar da gravidade, ele sobreviveu e segue em recuperação.

Polícia investiga possível negligência

A 16ª Delegacia de Polícia de Planaltina abriu investigação para apurar se houve negligência do motorista. Segundo os familiares, o condutor não prestou socorro imediato, o que aumentou a revolta da família. A irmã de Joilson, Josyhanne Pereira, afirmou que o comportamento do motorista foi “a parte mais chocante de tudo”. Para ela, “ele não demonstrou preocupação com a vida do meu irmão; poderia ter sido muito pior se tivesse atingido outra parte do corpo”. Enquanto isso, a polícia recolhe imagens de câmeras de segurança e ouve testemunhas para esclarecer o que realmente aconteceu.

Falta de segurança nas ruas e no transporte coletivo

O atropelamento reacendeu o debate sobre a falta de segurança para pedestres em regiões de grande movimento, como Arapoanga. A via onde ocorreu o acidente fica próxima a comércios e pontos de parada de ônibus, o que aumenta o risco de colisões. Além disso, moradores da região afirmam que motoristas de coletivos frequentemente dirigem em alta velocidade e não respeitam a distância dos pedestres. Até agora, a empresa responsável pela linha 0.66.6 não se manifestou oficialmente.

Com isso, o caso de Joilson reforça a importância de repensar a segurança nas vias públicas e a responsabilidade de empresas e motoristas no transporte coletivo.

Perguntas frequentes

O que provocou o acidente com Joilson?

Ele ficou preso na porta lateral do ônibus e foi arrastado por alguns metros.

Como está o estado de saúde dele atualmente?

Joilson passou por cirurgia na mão esquerda e continua em recuperação.

A empresa responsável pelo coletivo já se posicionou?

Até o momento, a empresa não divulgou nenhuma nota oficial sobre o caso.

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Institucional