Ciclista encara a “escada da morte” com 320 degraus; veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

Jeremy Maturana, ciclista chileno, decidiu enfrentar um dos trechos urbanos mais temidos de Valparaíso: a escadaria Luis Cousiño, também conhecida como “Escada da Morte”. Ao registrar a descida completa em vídeo, ele não apenas desafiou a gravidade, mas também conquistou milhões de visualizações. Com 320 degraus e uma inclinação intensa, o trajeto exige equilíbrio absoluto. Assim que o vídeo foi publicado, viralizou rapidamente e gerou reações em todo o mundo.

Sem elevador, população se arrisca por falta de alternativa

A escadaria conecta a Rua Cousiño à Avenida Alemanha. No entanto, o elevador que atendia essa rota está desativado há anos, obrigando moradores e visitantes a recorrerem aos degraus. Como resultado, o local virou passagem obrigatória e perigosa. Diante disso, Jeremy optou por transformá-la em palco para uma manobra extrema. Ele desceu com técnica e sangue frio, mesmo sem qualquer estrutura de segurança. Felizmente, apesar dos riscos evidentes, saiu ileso.

Popularidade da escadaria cresce com turismo radical

Com a repercussão do vídeo, a escadaria passou a atrair novos aventureiros. Muitos influenciadores e atletas enxergaram ali uma chance de repetir o feito ou superá-lo. Portanto, o local deixou de ser apenas uma via urbana para se tornar destino de turismo radical. Autoridades locais, por sua vez, emitiram alertas sobre os riscos. Afinal, a estrutura foi feita para pedestres e não suporta o uso esportivo extremo. Ainda assim, o fluxo de visitantes cresceu.

A ação de Jeremy, embora impressionante, levantou discussões sobre segurança, responsabilidade e os limites entre desafio e imprudência.

Perguntas frequentes

O que transforma um trajeto urbano em cenário para esportes extremos?

A mistura de desafio, cenário visual e falta de fiscalização cria o ambiente ideal.

Até que ponto a fama nas redes justifica tamanho risco?

Para muitos, a exposição vale mais do que a segurança pessoal.

O poder público deveria proibir esse tipo de prática?

Sim, se houver risco coletivo, a intervenção se torna necessária.

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